sábado, 30 de junho de 2012

Cattleya trianaei amesiana


Cattleya trianaei "amesiana"  do blogdabeteorquideas


CATTLEYA TRIANAEI LINDEN & ECHB.F

Por Francisco Cava Cano
Revista O Mundo das Orquídeas – Ano 4 nº 25
Fotos e Cultivo : Elisabete Delfini

Espécie mais abundante e conhecida das Cattleyas colombianas é a Cattleya trianaei, considerada, com orgulho, a flor nacional da Colômbia. A Cattleya trianaei tem seus foco de dispersão natural a partir dos departamentos (Estados) de Tolima, Cundinamarca, Cauca, Hulia, Putumayo, Caquetá. Mas os exemplares vindos dos bosques d Departamento de Huila, são os que despertam mais interesse em relação aos aspectos de clones nobres e variedades interessantes.

Sempre que nos iniciamos como colecionadores em orquidofilia, tomamos por base uma Cattleya trianaei (espécie Colômbiana) e uma Cattleya labiata (Espécie brasileira),  com que irão nos acompanhar por um longo tempo, associando-se a outras Cattleyas, que serão adquiridas no mundo orquidófilo.
Cattleya trianaei  "amesiana" do blogdabeteorquideas


No Brasil foi introduzido a partir de 1989, junto com os colecionadores, novos clones de Cattleya trianaei, conseguimos por intercambio com orquidófilos colombianos. Foram trazidas variedades nobres, de concolores, de pinceladas, de albas, de semi-albas, de casi-albas, entre outras.
Passamos então a reproduzir por meio de sementes Alguns clones de Cattleya trianaei. Obtivemos bons resultados na reprodução de clones concolores, albecens ou casi-albas(as pseudo-albas vão chamadas de casi-albas pelos colombianos). O mesmo não aconteceu com a reprodução das caeruleas, que resultaram em plantas tipo.


O cruzamento de dois clones da variedade caerulea (iquirá x Luna de Fusa) também foi sucesso. As primeiras plantas que flori8ram pertencem à variedade caerulea. As Cattleyas trianaei adaptam-se facilmente ao nosso meio e apresentam um desenvolvimento satisfatório. Sua Floração normalmente ocorre a partir do mês de abril, podendo prorrogar-se até agosto.


O replante das Cattleyas deve ser feito no início dos meses quentes, cujo período coincide com a emissão dos brotos novos e do novo sistema radicular. Para as plantas adultas e ou divisões, utilizamos o substrato de xaxim desfibrado ou peneirado. Podemos também utilizar como alternativa ao substrato de xaxim, a casca de pinus elliotis em pequenos pedaços, retiradas de árvores velhas. O Resultado também é muito bom, desde que se tenha primeiramente, o cuidado de instalar as plantas em seus respectivos vasos, para que elas agreguem suas raízes nas bordas dos mesmos e numa segunda etapa, coloque-se os pedaços de casca de pinus. Para o cultivo de seedlings, utilizamos uma miostrura de xaxim de fibra de fibra curta picado, com esphagnum(musgo) também picado, na proporção meio a meio.

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