terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Stelis - Orquídea - Gênero Botânico

Stelis :

Gênero botânico pertencentes à família das Orquídeas.

Etimiologia:

O nome refere-se à sua semelhança a uma planta epífita conhecida como erva-de-passarinho.

Distribuição:

Existem mais de oitocentas espécies de Stelis espalhadas pela América tropical, sendo que entre cerca de cinquenta e cem no Brasil. A incerteza no número de espécies da flora brasileira é devido ao fato de nenhum estudo detalhado dessas espécies ter sido publicado em muitas décadas. Conforme o autor encontramos dezenas de espécies consideradas sinônimos e outras consideradas válidas.

Descrição :

São plantas epífitas de crescimento cespitoso, habitantes de florestas úmidas, que apresentam certa variedade vegetativa, porém muito pouca a variedade quanto à floração. Quando encontra-se fora do período de floração, e sem vestígios de hastes secas, podem ser facilmente confundidas com confundidas com Pleurothallis.Embora suas flores sejam diminutas, florescem em longos e abundantes racemos densamente carregados tornando-se assim bastante decorativas. A pouca variedade no formato de suas flores, bem como sua dimensão mínima, também tornam dificílima a identificação das espécies dentro do próprio gênero.

As flores normalmente são triangulares, com sépalas curtas, mais largas que longas, abertas em um plano. As pétalas são espessas, mas tão pequenas que em algumas espécies só são visíveis com lupa. Geralmente confundem-se com o labelo e a coluna, também mínimos. Suas cores variam do verde escuro ao vinho, de quase transoarente a tons pálidos de amarelo ou verde claro.

Um fato interessante sobre algumas dessas plantas, é o hábito que suas flores possuem de se fecharem quando não há luz ou o ar está seco e depois abrirem novamente. Outras fazem justamente o contrário, abrindo-se quando a pouca luz.

Origem : Wikipédia, a enciclopédia livre.

Stelis sp

Stelis sp   do blogdabeteorquideas

Stelis sp   do blogdabeteorquideas

















quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Orquídea - CATASETUM - Cultivo: 4 elementos essenciais

Catasetum é um gênero com cerca de 150 espécies epifitas, endêmicos das Américas, do México à Argentina, metado dos quais, no Brasil. Diferencia-se das outras orquídeas por suas flores unissexuadas. muito raramente hemafrodita. As flores masculinas possuem duas anteras na parte inferior da coluna, que ao mais leve toque de um inseto, disparam, colocando-se no dorso do visitante, deixando-o pronto para fecundar uma outra flor. É um gênero com folhas longas e largas, plissadas e caducas (muitas caem antes da floração). A haste sai da base alongada e fusiforme do pseudobulbo e pode portar dezenas de flores, algumas perfumadas outras não.



CULTIVO

Há quatro elementos essenciais para o cultivo,do Catasetum : Luz, calor, umidade e ventilação



LUMINOSIDADE E TEMPERATURA

Catasetum requer iluminação intensa. Alguns de seus exemplares vivem como epifitas em troncos de palmeiras, recebendo iluminação direta (exceto a insolação do meio-dia de verão, quando recebem sombra das folhas das palmeiras). Mas, quando retirados de seu ambiente natural, não podem ser submetidos à mesma iluminação intensa, pois as condições de umidade e aeração são diferentes. Assim, devem ser protegidos com uma tela de 50% ou de um plástico leitoso. Por ser planta de clima tropical, não tolera o frio. Se no inverno, a temperatura cair abaixo de 10ºC, irá se estressar, perderá suas defesas e, em consequência, poderá contrair doenças que a levem a morte.



REGA, UMIDADE E VENTILAÇÃO

A rega é a parte mais critica de seu cultivo. Quando as folhas caem e a planta entra em estado de repouso, deve-se suspender a rega e não deixar no tempo, sujeita a chuvas prolongadas, exceto se estiver em tronco de árvores, caso em que a água será drenada rapidamente, o que não ocorre com raozes sufocadas desntro de vasos. A falta de umidade aborta os botões, mas o excesso, com raizes encharcadas, apodrece brotos e botões. Daí a grande importância da ventilação e de se observar o momento e o modo certo de regar. Quando a planta cessa o repouso e entra em atividade, com emissão de brotos e raizes, é hora de regar e adubar. Mas faça isso na parte da manhã, a fim de que folhas e bulbos fiquem secos no decorrer do dia. Parte aérea molhada é vetor para alastrar doenças. Se tiver que molhar no fim da tarde, molhe apenas o substrato.



PLANTIO E DIVISÃO

Plante e divida somente quando a planta emitir novos brotos e raizes. Não faça divisão com menos de três pseudobulbos, sob pena de uma muda ficar debilitada. Use potes, cestas ou placas de madeira. Há quem use garrafa pet com furos a 3 dedos acima da base, com brita no fundo, para que a água alí empoçada na hora da rega dê a umidade necessária sem atingir as raizes. O substrato pode ser casca de pinus, brita pequena, fibre de coco ou musgo, sem apertar, de modo que haja ventilação para as raizes.



ADUBAÇÃO

Não use adubo com excesso de nitrogênio. Este elemento é responsável pelo crescimento, útil para verduras, como saladas, ou folhagens ornamentais, mas não para orquídeas, onde olhas e pseudobulbos exageradamente grandes não implicam em uma boa florada. A planta deve crescer de maneira equilibrada com nutrientes bem balanceados. Ausênci de um nutriente não tera efeito imediato sobre a planta. Em geral, a consequênci virá alongo prazo, podendo variar de meses a ano. Assim se não tiver certeza de que um abubo é completo, faça rodízio entre diferentes marcas.

Fonte: Manual de cultivo da OASP - Volume 2

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Catasetum fimbriatum - verde

Catasetum fimbriatum - verde do blogdabeteorquideas















Catasetum fimbriatum - verde do blogdabeteorquideas




























































Espécie com pseudobulbos fusiformes de 15 cm de altura. Folhas em número de duas a quatro, elipiticas, acuminadas, finas plissadas, de cor verde-cama e que atinge 30 cm de comprimento. Inflorescência masculina arqueana com 7 a 15 flores de 3 cm de diâmetro. Pétalas e sépalas verde amareladas, com leves máculas transversais avermelhadas. Labelo verde amarelado em forma de leque, com muitas fimbrias longas de cor amarelada. Floresce o ano todo.


Fonte : Revista O Mundo das Orquídeas - Ano 2 - nº 2

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Miltonia spectabilis var. moreliana

Miltonia spectabilis var. moreliana do blogdabeteorquideas

Miltonia spectabilis var. moreliana do blogdabeteorquideas

















Epífita de grande beleza, que tem pseudobulbos de 5 cm de altura, ovoides, comprimidos e bifolhados, assentados sobre rizoma vigoroso e rasteiro. Folhas estreitas de 15 cm de comprimento, verde-cana clara. Hastes florais mais alta que as folhas, geralmente sustentando uma unica flor ou levemente rosada. Enorme labelo plano roxo-claro com centro mais escuro e veias longitudiais mais escuras.Na base há três curtas lamelas amarelas. A coluna branca com aurículas roxo-escuras. Existem bastante variedades, da qual destacamos a alba e a moreliana, que tem as pétalas e sépalas rox0-escuras. Floresce de dezembro a fevereiro.

Fonte : Revista O Mundo das Orquídeas - Ano 2 - nº 4

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Diplocaulobium tentacularium

 Diplocaulobium tentacularium do blogdabeteorquideas

 Diplocaulobium tentacularium do blogdabeteorquideas










Pertencem a este gênero cerca de 100 espécie, que se desmembraram dos Dendrobiuns. Habitam em florestas da Malásia, Nova Guiné, passando pelas ilhas do pacífico sul, incluindo a região nordeste da Austrália. Variam de tamanho, desde pequenas(menores de 10 cm) até plantas com mais de 70 cm. Algumas espécie tem floração que dura apenas um dia.

Diplocaulobium tentaculatum é originária de Nova Guiné, a flor te, 1,5 x 1,5 cm de dimensão, haste floral com 3 cm e a planta tem altura de 10 cm, época de floração é indefinida e a flor dura apenas 1 dia.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

O perfume das orquídeas

Por Waldyr Fochi Endsfeldz


Entre as muitas características que podemos encontrar nas orquídeas, o perfume de suas flores sem dúvida destaca-se enormemente entre elas.

É verdade que raramente encontramos alguma indicação na literatura para nos despertar esse pormenor tão importante. A maioria das citações limita-se à ine´pressiva referência da planta ser "muito perfumada".

Isso ocorre talvez por ter sido a maioria das orquídeas classificadas e descritas por botânicos europeus, tendo como referência sempre exemplares secos, não mais em condições de axalarem os perfumes originais. Sabemos que, em tais circunstências, não há condição de determinar qualquer referência ao perfume de uma flor.

Mais difícil, no entanto, é a definição exta do perfume: nem a ciência física nem a química resolveram esses dificílimos problemas da definição do perfume.

Qualquer referência ao perfume de uma orquídea limita-se a comparação com outros perfumes mais conhecidos. O leitos poderá assim, completar a indicação com seu olfato pessoal, especialmente quando mal conhece o perfume que serviu para comparação. Por isso, é difícil estabelecer um esquema que seja isento de críticas.

Há anos o professor Decker fez referência ao perfume das orquídeas num ensaio realizado a respeito do assunto. Da sua pequena relação destacamos os seguintes:


Bifrenaria tetragona - no começo maçã, depois carne deteriorada

Bifrenaria harrisoniae - convalária (lírio do vale) e baunilha

Brassavola perrini - noz-moscada e baunilha

Brassia lawrenciana - canela e chocolate

Brassia verrucosa - cheiro acre-típico

Capanemia jurgensis - jasmim

Capanemia superflua - convalária

Catasetum atratum - gerânio

Catasetum fimbriatum - Flor masculina - heliotrópico

Catasetum fimbriatum - Flor feminina - rosa

Catasetum hookerae - carne pobre

Catasetum macrocarpum - Baunilha

Cattleya aclandiae - pimenta do reino

Cattleya anethystoglossa - canela e noz-moscada

Cattleya bicolor - rosa e canela

Cattleya forbesi - maçã

Cattleya granulosa - baunilha

Cattleya leopoldii - chocolate e canela adocicada

Cattleya labiata - delicioso perfume típico

Cattleya loddigesii - heliotrópico e rosa

Cattleya walkeriana - canela e rosa

Coryanthes pentadactylum baunilha adocicada forte


Fonte : Revista O Mundo das Orquídeas - Ano 3 - nº 11

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Masdevallia infracta

Masdevallia  infracta  do blogdabeteorquideas

Masdevallia  infracta  do blogdabeteorquideas

















Espécie epífita encontrada numa altitude de até 1000m em troncos de galhos horizontais ou inclinados, geralmente com colônias de muitas plantas em locais úmidos e sombrios. Plantas espaçadas com folhas de 15 cm. de altura com bainhas em forma de membrana na base. São espatuladas em 2 cm de largura, arredondada na sua extremidade e com nervura central carnosa. Inflorescência de 12 cm de altura, ereta, com secção transversal triangular. Flor com 1 cm de diâmetro, parecendo um cálice irregular com três sépalas fundidas e caldadas alongadas. Existem muitas variedades de cores desde o branco leitoso até púrpura escuro. Nas suas inflorescência antigas, surgem sempre novas flores. Floresce de novembro a março.

Revista O Mundo das Orquídeas - Ano 4 Nº 20

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

ORQUÍDEAS - ADUBAÇÃO


ORQUÍDEAS – ADUBAÇÃO
A FUNÇÃO DOS ELEMENTOS NAS PLANTAS

NITROGÊNIO (N) : responsável pelo crescimento.A deficiência produz planta raquítica e perda prematura das folhas mais velhas.O excesso produz planta grande, mas sem consistência, flácida, em detrimento da floração.

FÓSFORO (P) : facilita a floração,ajuda no sistema radicular. A deficiência pode ocasionar folhas amareladas, pardas, azuladas, poucas flores, atraso na floração. Excesso : não detectado.

POTÁSSIO (k): importante naelaboração do açúcar.Deficiência provoca flores pequenas,falta de brilho nas folhas, cor de ferrugem nas pontas e margens das folhas mais velhas.

CÁLCIO (Ca): importante no crescimento e no sistema radicular

ENXOFRE(S) : entra na composição das proteínas. A quantidade de S em todas as plantas é igual à do NPK (quantidade macro). Deficiência : a planta não cresce.

MAGNÉSIO (mg) : componente da clorofila, pectina, fitina. A deficiência provoca clorose (perda
da coloração verde). Pode dar tom avermelhado.

FERRO (FE) : Deficiência provoca clorose, as folhas ficam esbranquiçadas.

MANGANÊS (Mn): deficiência provoca clorose.

BORO (B) : Importante na fertilidade do pólen, na formação das flores. A deficiência provoca morte dos genes, rachadura do caule.

COBRE(Cu) : A deficiência pode provocar morte dos brotos.

ZINCO (Zn) : A deficiência provoca encurtamento dos internódios. A planta pode não crescer.

COBALTO (co): faz parte da vitamina B12. Favorece o crescimento das plantas.

CLORO (Cl): Vestígio de CL é encontrado nas plantas, mas sua ação é desconhecida.

SILÍCIO (Si) : Sua ação é desconhecida. Dizem que ficando na epiderme torna a planta mais resistente a praga e doenças.

IODO(I) : Dizem que ajuda no desenvolvimentoda L.lobata, que são espécies que habitam a costa litorânea e recebem brisa carregada de iodo. Quem quiser pode experimentar o iodo de potássio (KI)provavelmente encontrado em farmácias, pois é usado como remédio para gânglios. A dosagem tem que ser como a de micronutrientes, isto é, 1g de KL (colher de chá) para 10 a 50 litros de água.

Fonte: Manual de Cultivo da AOSP –
Volume 2 (excelente livro)

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Anathallis modesta

Anathallis modesta  do blogdabeteorquideas Anathalis modesta - Ex Pleurothallis modesta. Espécie epífita com crescimento formando pequenas touceiras. Não tem pseudobulbos mas, grossas hastes, portando uma só folha, de bastante consistência, larga e lanceolada. Pequenas flores surgem da base das folhas. Elas tem menos de 1 cm e vegeta em matas sombrias. Floresce na primavera e verão.


Revista O Mundo das Orquídeas - Ano 3 - nº 14
Anathallis modesta  do blogdabeteorquideas

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Panmorphia adenochila

Panmorphia adenochila  do blogdabeteorquideas

Panmorphia adenochila  do blogdabeteorquideas



Pequena espécie entouceirada com folhas carnosas e espatuladas, de cor verde escuro na parte de cima, e de cor vinho claro na parte de baixo, Mede 3 cm de comprimento, na base até um pecílio redondo 1 cm de altura com pequena bainha. Inflorescência curta de 3 mm, surge na base das folhas, dando vária flores sucessivamente. Flores de 0,5 mm de diâmetro em formato de estrela são de cor amarelo com bases de cor marfim e vermelho-tijolo. Minúsculo labelo quase negro. Vegeta em matas primitivas e úmidas, com condições média de luz e vento, a 1200m de altitude. Floresce no verão.

Revista O mundo das Orquídeas - Ano 4 nº 21

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

ORQUÍDEAS - "BOAS IDÉIAS"

BOAS IDÉIAS
- Ao replantar uma orquídea, é necessário retirar com cuidado, todo substrato, além das raízes velhas e secas.


- É importante pulverizar a planta com adubo ou fungicida no final da tarde, mas com cuidado de molhá-las com água antes.


- Ao manusear fungicidas e afins, deve-se usar luvas, em especial quando se trata a planta com o pó azul Peter’s ou de mamona.


-O Cymbidium possui muitas raízes. Consequentemente, necessita de vasos grandes para que as novas raízes se desenvolvam.


- A Phalaenopsis é proveniente da indonésia, preferindo clima quente e úmido. Sua haste floral, na natureza, cresce para baixo. Por isso, se ela não estiver se desenvolvendo dentro de casa, uma dica é pendurá-la de cabeça para baixo. Quando regada, tende a depositar água nas folhas que se tornam purulentas, exigindo a retirada do líquido e a colocação de canela em pó no local.


- A Sophronitis, nativa da mata atlântica, gosta de clina seco e frio, Desse modo é indicado pulverizá-la com água gelada à noite.


- Os caramujos, lemas e “tatuzinhos” são alguns dos inimigos das orquídeas, pois se alimentam das raízes, das folhas, dos botões, dos brotos e das flores. Pode se combate-los com lesmicida. Contudo, ao fazê-los deve-se ter cuidado. É imprescindível usar luvas, pois os lesmicida são perigosos para o homem e os animais domésticos. Uma maneira de retirar os insetos sem agredir a saúde é procura-los a noite com lanterna. Eles sobem para a beirada dos vasos sendo possível, facilmente, retirá-los um a um.


-Os vírus são os maiores problemas que as orquídeas podem enfrentar, pois ocasionam doenças. Uma dica simples, mas valiosa, é esterilizar os instrumentos de corte. Os produtores utilizam o maçarico para esse fim. Em casa, pode-se aquecer as peças na chama do fogão e utilizá-las ainda quentes. Além de esterilizar o material, esse cuidado colabora com a cicatrização. Se não conseguir manusear ainda quente, outra maneira de cicatrizar a planta é aplicando pó de canela, de sulfa ou de enxofre no local cortado.

Essas informações foram obtidas em entrevista com Erwin Bohnke, atual professor de orquidofilia do Orquidário Murumby. Foi discípulo de Peter Meyer Pflug, orquidófilo que incentivou e impulsionou o gosto e o mercado do cultivo dessas plantas, desde a década de 1970, quando as orquídeas tornaram-se mais conhecidas. Admiradas e respeitadas.


Revista O Mundo das Orquídeas – Ano 11 – nº 46

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Acianthera saundersiana- variedade 1

 Acianthera saundersiana- variedade 1 do blogdabeteorquideas







 Acianthera saundersiana- variedade 1 do blogdabeteorquideas



























Pleurothallis, gênero com aproximadamente 1.00 espécie restrita à América tropical. Devido a esta diversidade, pode-se encontrar plantas de vários tamanho, com hábitos predominantemente epífitas, mas também espécie rupícola e terrestre. Caracteriza-se o gênero as folhas perenes, ausência de pseudobulbos e a presença de duas polineas. São plantas que ocorrem em florestas úmidas ou super úmidas sem altitude variando desde próximo ao nível do mar até mais de 3.000m. As flores da Pleurothallis são em geral pequenas e até hoje pouco estudadas, sendo escasso o material a respeito, já que muitas delas só apresentam interesse botânico, tendo pouca relevância do ponto de vista comercial. É uma boa opção para colecionadores com espaço restrito no orquidário, pois mesmo adultas, algumas espécie cabem num dedal.




Fonte: Manual de Cultivo da AOSP - Nº II

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Gomesa planifolia

Gomesa planifolia do blogdabeteorquideas


Gomesa planifolia do blogdabeteorquideas














Gênero quase que exclusivo do Brasil com 13 espécies epifitas. Apenas uma delas (Gomesa planifolia) ocorre também na Argentina e Paraguai, na região da fronteira. São Plantas de fácil cultivo e  entouceram rapidamente. As flores de coloração verde amarelada são pequenas e numerosas numa inflorescência de até 30 cm de comprimento. As raízes são abundantes e aéreas especialmente a Gomesa Crispa. Não é fácil encontrar plantas deste gênero com cápsula após o término da floração.

Manual de Cultivo da AOSP - 2º Volume
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