sexta-feira, 30 de março de 2012

Vanda tricolor Lindl.

Vanda tricolor Lindl. do blogdabeteorquideas




Vanda tricolor Lindl. do blogdabeteorquideas
























Sinonímia: Vanda suavis, Limodorum suaveolens, Vanda suaveolens
Origem: Java e Ilhas da Sonda: Timor-Leste e províncias indonésias de Bali, Sonda Oriental e Sonda Ocidental.
Hábitat: Florestas úmidas, planta tanto epífita quanto terrestre, crescendo no meio da vegetação.
Tamanho da Planta: 3” – 2 a 3 anos para alcançar a fase adulta.
Produção: Sementeira
Clima: Quente a intermediário.
Luminosidade: Alta, 70% de luz ou mais, até pleno sol quando adulta.
Inflorescência: Haste arqueada, flores muito vistosas.
Tamanho das flores: Grande – 6 a 10 cm
Época de floração: Pode florescer em qualquer época, inclusive várias vezes no mesmo ano, como a maioria das vandáceas.
Odor: Inodora
Duração da Flor: Muito duráveis, mais de 30 dias.
Observação: Planta que pode ser mantida com ou sem substrato pendurada para melhor aeração das raízes. Nesse caso, tem-se que regar a planta diariamente em épocas quentes e secas. Quando adulta pode ser mantida a pleno sol, diretamente no chão próximo a algum arbusto, etc. onde ela possa se apoiar, que ela aceita bem esse tipo de cultivo e adquire porte muito grande.
Fonte : http://www.orquideasbrasil.com.br/728103/Vanda-tricolor

Guarianthe bowringiana

Guarianthe bowringiana do blogdabeteorquideas

Guarianthe bowringiana do blogdabeteorqudeas


























Cattleya bowringiana é uma orquídea epífita de Belize. Cattleyas têm sido contadas entre as orquídeas mais conhecidas e procuradas por causa de suas belas flores, colorido e grande porte.

Tempo de florescência: Outono

Cultura: Um composto adequado é a habitual mistura de Osmundo de fibra ou uma árvore cortada samambaia com esfagno e casca. Durante o período de crescimento, o que para Cattleya bowringiana começa na primavera, que exigem muita água, embora as condições estagnadas devem ser evitados. Quando pseudobulbos amadureceram, rega deve ser reduzida para evitar a continuação do crescimento da planta e para induzir a formação de flores. Quando gomos pode ser visto na bainha, a rega deve ser aumentada. Após a floração, o período de repouso começa, tempo durante o qual o composto deve ser mantido bastante seco e apenas um pouco de rega aproximadamente de dois em dois a quatro semanas é necessária.

Propagação: Novas plantas são facilmente propagadas a partir de backbulbs que podem ser destacados. Deve ser tomado cuidado de que só as raízes são cobertas por composto, porque o novo crescimento deve ser capaz de desenvolver-se livremente, e não deve ser mantido húmido.

Cattleya bowringiana foi caracterizado como planta-of-the Week-outubro 31-novembro 5, 1998.
Fonte - http://www.plantoftheweek.org/week004.shtml

quarta-feira, 28 de março de 2012

Cattleya tenuis



Cattleya tenuis do blogdabeteorquideas



























A Cattleya tenuis é encontrada desde o interior do estado de Pernambuco, passando pela Bahia, até o norte de Minas gerais, a uma altitude que varia de 1000 a 1200mts, em matas semiáridas, como epífita, sobre arbustos típicos da caatinga e também sobre pedras.
Bifoliada, com pseudobulbo fino, roliço, folhas coriáceas, estreitas, com floração no verão-outono, surgindo em uma haste através de uma bainha longa, portando uma ou duas flores, com testura pesada, cerosa, perfumada e com longa duração quando bem cultivada.


Necessita de um periodo de seca durante o inverno e um periodo de muita chuva durante o seu crescimento, na primavera e verão.
Plante em vaso com boa drenagem e procure manter o rizoma um poco acima do substrato, sustentada somente pelas raízes.

Fonte: http://wwwschnurr.blogspot.com/2011/03/cattleya-tenuis.html
Orquidófilo Orquidoido

Polystachya estrellensis

Polystachya estrellensis  do blogdabeteorquideas












Polystachya estrellensis
Nome Popular : Orquídea
Divisão :Magnoliophyta
Classe:Lilipsida
Ordem:Asparagales
Família :Orschidaceae
Espécie : Polystachya estrellensisRchb.f
Sinonímo : Dendrorkis estrellensis
(Rchb.f.) Kuntze
Etimiologia : Etella e ensis em latim significa como estrela, em referência as aspecto de estrela da cor.

Habitat: Epifitas em capoeiras e florestas originais, necessita de boa quantidade de luz moderada e movimento de ar e umidade moderada.

Planta: Uma epífita pseudobulbosa de pequeno a médio porte . Os pseudobulbos são um pouco mais do que ligeiros inchaços da base do caule, somente aparecendo mais claramente após dois ou três anos, quando suas folhas morrem. Os pseudobulbos lembram um cone estendido e
emergem agrupados em uma fila de um rizoma fino, medem 2 cm de comprimento por 1,5 cm de diâmetro. Até 6 folhas aparecem alternadamente da metade de base até a metade do caule, sobrepondo e embainhando o caule com seus pecíolos falsos de até 6 cm de comprimento. As folhas medem até 25 cm por 1 cm e são ligeiramente encorreadas, profundas quilhadas, verde-escuras e linearmente lancioladas.
O sistema radicular é robusto e muito aderente, composto por inúmeras raízes
brancas que emergem de cada nova base de caule e são viáveis por muitos anos.

Inflorescencia e Floração:
Uma inflorescência ereta, apical e tesa, de até 35 cm de comprimento aparece em janeiro ou fevereiro. As flores são suspensas em um cone apical ou as vezes em forma paniculada com sub-inflorescencias menores, apresentando menos flores e emergindo de nódulos na parte superior do caule. As flores são amarelo-manteiga e se parecem com sinos. As forma de coração e medem 0,5 cm por 0,2 cm. O labelo é trilobado, com 0,3 cm de comprimento por 0,3 cm de largura nos lóbulos laterais e o lóbulo apical mede 0,2 cm de largura.

Período de floração:
De fevereiro a abril, e as flores duram individualmente por duas semanas mais ou menos,
enquanto a inflorescência pode apresentar flores abertas por mais de um mês.

Polinização: A maioris das flores é polinitizada provavelmente por abelas pequenas que recolhem o pseudopólen da superfície do labelo (Dressler)

Referências :
-Miller, D.Warren, R. Muller,
I.M.& Seehawer, H. Serra dos Orgãos suas história e suas orquídeas . Rio de
Janeiro, 2006.
-Biodiversidade Catarinense

segunda-feira, 26 de março de 2012

Cattleya Portia Caerulua

Cattleya Portia  Caerulua do blogdabeteorquideas





Cattleya Portia  Caerulua do blogdabeteorquideas























A Cattleya Portia Lindl. é um híbrido muito antigo entre Cattleya bowringiana originária de Belize e da Guatemala e Cattleya labiata originária dos estados do nordeste brasileiro - Alagoas, Ceará, Paraíba e Pernambuco. Este hibrido foi registrado em 1897 por Veitch.
Habitat
Planta de fácil cultivo porque vem do cruzamento de duas espécies que não exigem muita experiência, necessita de clima temperado ou um pouco mais quente e de boa luminosidade, o ambiente deve ser bem ventilado e gosta de rega abundante durante a primavera e o verão. Se cultivada em condições ideais (perfeito equilíbrio de luz, umidade, temperatura, rega e adubação), rapidamente torna-se uma planta de crescimento vigoroso.
Descrição
A Cattleya Portia é uma epífita com longos pseudobulbos eretos coroados por uma ou duas folhas ovais, coreaceas. A haste floral pode apresentar até 10 flores com 10 cm. de diâmetro. Todos os segmentos florais são rosa-azulados, o labelo é da mesma cor e púrpura-azulado no ápice. A forma dos segmentos e principalmente do labelo varia. Floresce no outono.

Fonte - http://svrosa.com/ShowArticle.aspx?

domingo, 25 de março de 2012

Oncidium jonesianum Reichb.f.

Oncidium jonesianum Reichb.f. do blogdabeteorquideas

















Oncidium jonesianum Reichb.f. do blogdabeteorquideas













































ONCIDIUM JONESIANUM REICHB.F.

É uma espécie encontrada na Bolívia, Brasil, Argentina e Paraguai, pertencente ao amplo gênero do Oncidium Sw., com cerca de 600 espécies distribuídas pelas matas.



O Oncidium jonesianum Reichb.f. possui pseudobulbos roliços, fino e comprido, lembrando uma folha de cebola compacta, que pode variar de tamanho, seja no comprimento opu espessura. De uma base sai a haste floral com inflorescência de uma a 15 flores, com média de 3 a 5 cm de diâmetro cada uma. Pétalas e sépalas de cor marrom claro ou creme pintalgada de marrom-avermelhado, com labelo branco eventualmente pontilhado de pequenas manchas ocre e coluna avermelhada, com mácula amarela na base do labelo.



Pode ser plantada em vasos com bia ventilação e usando como substrato preferencialmente pedaços de lascas com casca de madeira rugosa sem tanino. Evite colocar xaxim muito desfibrado que com o tempo acabem virando pé e sufocando as raízes que apodrecem. Pedaços de tronco de coqueiros (qualquer um), secos e tratados também são muito bons para o plantio, o ruim é que não são duráveis.



Tendo uma árvore no seu quintal ou jardim, pode ser plantado direto nelas, querendo um orquidário vertical em sua casa. As flores são graciosas naquilo que particularmente chamo de “minhas orquídeas carijós”



Fonte : Orquidário Cuiabá



Ganhei de uma pessoa que gosto muito. Um grande abraço menina a planta está linda.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Phalaenopsis Azul "Blue Mystique"

Phalaenopsis Azul "Blue Mystique" , Phalaenopsis





Phalaenopsis Azul "Blue Mystique" do blogdabeteorquideas































PHALAENOPSIS AZUL “BLUE MYSTIQUE”

Desenvolvida com tecnologia patenteada exclusiva, a Blue Mystique é uma orquídea Phalaenopsis. Você pode cuidar dela como cuida normalmente de uma Phalaenopsis.

Como a Blue Mystique é feita ?
A orquídea azul Blue Mystique não é híbrida. É resultado de um processo patenteado que infunde orquídeas brancas através de um método especial. Essa técnica foi aperfeiçoada após muitos anos de pesquisas e testes, utilizando elementos naturais e demais derivados ambientalmente conscientes.

A Minha azul Blue Mystique irá florescer azul novamente?
Os botões que estão na haste da sua orquídea azul vão abrir em flores com um lindo, porém claro, azul. Uma nova haste ou uma nova florada irá trazer flores brancas.

Como eu cuido da minha Blue Mystique?
A sua Blue Mystique é uma orquídea Phalaenopsis. Você poderá cuidar como cuida normalmente de uma Phalaenopsis.

Blue Mystique no Brasil é produzida pelo Sítio Kolibri.
A planta é vendida no estado em que se encontra.
A próxima florada será branca.
Fonte : sitiokolibri@sitiokolibri.com.br / www.sitiokolibri.com.br
Fotos : Elisabete Delfini
Planta : Floricultura Marina Flores

quinta-feira, 22 de março de 2012

Brasiliorchis schunkeana

Brasiliorchis schunkeana do blogdabeteorquideas














Brasiliorchis schunkeana do blogdabeteorquideas










































Orquídea negra (Maxillaria schunkeana )


O gênero Maxillaria é uma orquidácea que beira a casa de 700 espécies, nativa da Flórida, nos Estados Unidos, América Central, Brasil e nordeste da Argentina, alcançando as Indias Ocidentais. A maioria das espécies é epífita. Algumas espécies não toleram perturbações do tipo muda de lugar constante ou manipulação excessiva assim como cortes para mudas. Tais atos concomitantes podem estressar algumas espécies. Apreciam luminosidade média, mas nunca luz solar direta, originalmente vegetando em florestas úmidas, uma boa umidade ambiente é benéfica ao cultivo. A Maxillaria schunkeana é uma das espécies do gênero Maxillaria, endêmica das florestas do Espírito Santo, no Brasil. É conhecida no mundo todo como a ORQUÍDEA NEGRA. Sua cor, tida como negra, na realidade é de um vermelho púrpura tão intenso, escuro, que à primeira vista dá a impressão de tratar-se de uma orquídea negra. Sua flor tem apenas um centímetro de diâmetro mais ou menos. Literatura aponta como ideal cultivá-la em esfagno.
Adapta-se bem plantada em vaso médio, colocando-se no fundo brita para uma boa drenagem, e misturando pedaços pequenos de telha quebrada a pedaços de xaxim. è só mantê-la em local sombreado e não deixá-la sem água por muito tempo. Cuidando bem você terá uma bela surpresa, pois ela floresce mais de uma vez por ano.


http://www.plantasonya.com.br/
Fonte : PlantaSonya
Fotos : Elisabete Delfini

Orquídeas - Pragas - Dicas

Fumo de Corda
Inseticida




Combate os tripes e pulgõesReceita : 15 cm de fumo de corda500 ml de águaPreparo: Fragmente o fumo de corda e deixe de molho em água durante 24 horas.Apicação: Utilize 5 colheres de sopa para 1 litro de água e pulverize.Observação : Deve-se ferver a solução, pois o fumo pode conter o vírus Mosaico do Tabaco.(tripes: insetos de tamanho reduzido e podem transmitir doenças viróticas)


















PIMENTA DO REINO
Repelente contra pulgões, ácaros e cochinilhas

Modo de Preparo : 100 gramas de pimenta do reino em 1 litro de álcool.
Deixe por 7 dias.
Ferva 1 litro de água com 60g de sabão de coco.
Deixe esfriar e junte as duas soluções
Separe 250 ml desta solução, coloque em 10 litros de
água e pulverize.


















PODRIDÃO NEGRA
Canela em Pó

A canela em pó é eficiente no caso de podridão negra.
Renova a parte afetada com margem de segurança,
isto é, ao cortar a lesão, inclua uma pequena porção de planta sadia.
Isto diminui a possibilidade de deixarmos tecido contaminado
sem que esteja apresentando sintomatologia.
Coloque a canela em pó na porção remanescente da planta



















As fotos mostram carapaças e cochonilhas -frente e verso das folhas.
É uma Phaius tankerwilleae com falta de ventilação e excesso de umidade
As fotos e plantas são minhas e Graças a Deus não tive outra praga até então.
Receitinhas no Manual de Cultivo da AOSP nº 1 - Um ótimo manual.

Uma dica : utilizo pomada Nebacetim junto com a canela em pó e sempre
com bons resultados, em todo corte que preciso fazer.

Um grande abraço a todos

Potinara Susan Fender'Cinnamon Stik' Am/AOS

Potinara Susan Fender'Cinnamon Stik' do blogdabeteorquideas

Potinara Susan Fender'Cinnamon Stik' do blogdabeteorquideas









quarta-feira, 21 de março de 2012

Colmanara wildcat "Bobcat"

Colmanara  wildcat "Bobcat" do blogdabeteorquideas














Colmanara  wildcat "Bobcat" do blogdabeteorquideas



























































Colmanara Wildcat
É um híbrido intergenérico (cruzamento entre dois ou mais gêneros de Orchidaceae). Por isso não é possível identifica-la como as orquídeas mais comuns, com gênero e espécie. Na verdade, ela é um cruzamento entre dois híbridos: Odontonia(Miltonia x Odontoglossum) e Odontocidium (Oncidium x Odontoglossum). Observe que três gêneros diferentes estão envolvidos neste cruzamento, Miltonia, Odontoglossum e Oncidium.

Pela nova nomenclatura esta orquídea será chamada de Odontocidium Wild Cat
A sua florada é muito abundante, proporcionando um lndo espetáculo. Pode florir em qualquer estação, com maior probabilidade de acontecer no inverno. Gosta de luz e temperaturas médias e é muito fácil de cultivar.
Fonte : http://www.biologados.com.br/
Fotos : Elisabete Delfini

terça-feira, 20 de março de 2012

Orquídeas no Outono "Cuidados especiais"

OUTONO.

Nem sempre é fácil detectar o momento em que acaba o verão e começa o outono. Mesmo em regiões de clima temperado, a exemplo do sul do Brasil, onde as estações do ano são bem definidas, muitas vezes as orquídeas é que fornecem os indícios da chegada da nova estação.

No entanto, essa época revela-se uma das mais críticas para as orquídeas, uma vez que nela se inicia um processo de redução das atividades vegetativas, que atinge seu auge nos meses de inverno. Por isso, a mesma exige cuidados especiais.

Com exceção das orquídeas que florescem no meio do ano, a quantidade de água que os exemplares exigem vai diminuindo, até chegar a um mínimo. Deve-se prestar muita atenção a cada espécie e passe a regar menos, sem se esquecer de nenhuma de suas orquídeas. À medida que a temperatura cai, automaticamente decresce o volume de água requerido pelas plantas.

A adubação deve ser diminuída para a maioria dos exemplares a partir do final de março, pois a taxa de crescimento se desacelera e as necessidades de nutrientes decaem. A aplicação de fertilizantes nesse período pode resultar em acúmulo de nutrientes no composto. A presença excessiva de sais acaba prejudicando o sistema radicular e pode inclusive levar a planta à morte.

Os fertilizantes de liberação gradual constituem uma boa solução para os meses de outono. A liberação dos nutrientes depende tanto da temperatura como da umidade do meio (substrato). Em geral a maioria das espécies começa a se preparar para uma condição de quase dormência, apresentando pouco ou nenhum sinal de crescimento, o que dispensa qualquer tipo de adubação.

Existem algumas exceções, cujo florescimento ocorre no fim do outono e até no inverno. Portanto, essas plantas requerem nutrientes como o NPK, sendo esse último imprescindível para uma floração desenvolvida e viçosa.

À medida que o outono vai chegando ao fim do seu período, gradativamente deve-se diminuir o replantio, ou não é aconselhável faze-lo.


Fonte - http://www.orquidarioilhadodesterro.com.br/verOrquidea.php?idDica=12

segunda-feira, 19 de março de 2012

Acianthera luteola

Acianthera luteola do blogdabeteorquideas





Acianthera luteola do blogdabeteorquideas





































Acianthera luteola
Ex Pleurothallis luteola

Epífita de pequeno porte e muito florida, de crescimento meio rastejante. Rizoma fino, cilíndrico e ramificado, do qual a 5 ou 10 cm surge uma haste coriácea e cilíndrica portando uma folha verde-clara, ovalada e mio pontuda, de consistência carnosa. Hastes florais aparecem das bases das folhas que voltam a aparecer também nas folhas mais velhas. Flor amarelo-ouro, de 3 mm de diâmetro. Labelo com mácula marrom no seu centro. Suas flores são bastante duráveis.


Revista O Mundo das Orquídeas – Ano 2 – Nº 6

domingo, 18 de março de 2012

Orquídea Fantasma "Polyrrhiza"













O Fantasma das Orquídeas



No mundo das orquidáceas, há um pequeno fantasma. Um ser capaz de assombrar a vida e perturbar o sono de muitos colecionadores. Os poucos que já o viram afirmam que, depois de sua aparição, nada mais faz sentido. Está com medo? Respire fundo e crie coragem para conhecer este espectro irresistivelmente sedutor.

Polyrrhiza é seu gênero (o qual às vezes, também e chamado de Polyradicion), que em grego significa “muitas raízes”. Sua espécie – cujo nome é em homenagem ao botânico belga Jean – Jules Linden. Que a descobriu em Cuba, em 1844 – é desprovida de folhas. Foi vista pela peimeira vez nos Estados Unidosd em 1880 em Collier Country. Geralmente cresce nos troncos de freixos e anonas e floresce uma vez por ano. Não tem folhagem; não sendo nada além das raízes, um emaranhado de raízes verde e achatadas – mais ou menos da largura de um cadarço de um tênis - enroscadas numa árvore.


A brancura da flor é espantosa. Parecendo um holofote nos tons de cinza e verde do pântano da Faixa de Fakahatchee. No estado da Flórida. Nos Estados Unidos seu habitat. Como a planta não tem folhagem e suas raízes são quase invisíveis junto a casca de uma árvore, a flor parece estar suspensa no meio do ar como se por mágica. Dai a origem de seu nome popular: orquídea-fantasma. Além de bela exuberante e rara. A Plyradicion lindenii (“a planta de muitas raízes descoberta por linden”) é também inatingível, o que faz a digna veneração, levando os colecionadores quase à loucura e a obsessão. Um branco-alvo que vira objeto de busca frenética muitas veses sedutora e perigosa.


Há quem compare a forma da orquídea-fantasma a uma bela e etérea rã branca em vôo. E esta planta de raízes clorofiladas, oi seja, já foi tema de um livro e de um filme, que relata a tentativa frustrada de um ladrão que tentou clonar a Plyradicion lindenii. Vale lembrar que estas duas referências são excelentes indicações para quem pretende ver esse ser pelo qual as pessoas se sentem atraídas de uma forma tão intensa e exclusiva.

Essa planta de cantos afinados, numa haste longa e esvoaçante, e de extremidades tão delicadas que estremecem, com uma leve brisa, criando um movimento semelhante ao de um suposto pequeno fantasma.

Por Helena Prates
Fonte : Revista O Mundos das Orquídeas Ano 9 Nº 42
Vaso da Polyrhiza lindenii em exposição na Florida

sábado, 17 de março de 2012

Vanda Robert Delight Pink "Diamont"









Vanda Robert Delight Pink "Diamont" do blogdabeteorquideas


























Vanda e Vandopsis

Vanda e Vandopsis
Orquídeas Manual de Cultivo da AOSP – 2º Volume

VANDOPSIS
Gênero Asiático, com cerca de oito espécies, amplamente distribuídas pelo sul da China. Índia, Filipinas, Nova Guiné, Mianmar, Laos, Vietnã, Malásia, Cmbodja, Tailândia e Indonésia. São plantas monopodiais robustas, variáveis no tamanho, com grandes racimos(ramos) de flores carnudas e duráveis. Muitas das espécies de Vandopsis estavam originalmente incluídas no gênero Vanda. Necessita de substrato muito bem drenado, muita luminosidade, alta umidade relativa do ar e temperaturas entre intermediárias e quente.

VANDAS
Vanda é uma orquídea epifita de crescimento monopodial(crescimento contínuo na vertical) de origem asiática que, para bom desenvolvimento, necessita de calor e umidade. Pode florescer até quatro vezes por ano em condições ideais, mas, se a temperatura baixar a 10º C ou menos durante algumas semanas, pode entrar em estado de repouso ou estagnação por vários meses. Existem cerca de 30 espécie nativas e milhares de híbridos, principalmente intergenéricos, com Ascocentum constituindo as Ascocenda(s) com coloridos inexistentes nas Vandas(s). As primeira gerações de Ascocenda têm flores pequenas devido a influência do Ascocentrum, que tem flores semelhantes às da Vanda, porém de tamanho reduzido (1 a 2 cm), mas a partir da terceira geração, as flores da Ascocenda atingem dimensões semelhantes às da Vanda, confundindo-se com estas.

Adubação
A Vanda precisa de uma boa adubação, que deve ser solúvel em água, para ser usada como adubo foliar, molhando-se os dois lados das folhas e suas raízes, quase sempre aéreas. A frequência da adubação pode ser a cada 5 a 10 dias, exceto quando a planta estiver em repouso. O adubo deve ser bem balanceado, não devendo faltar micronutrientes, como cálcio(Ca) magnésio(Mg) e enxofre(S). A proporção desses elementos mais nitrogênio(N), fósforo(P) e potássio(K) devem ser iguais ou aproximadamente iguais. Suas flores podem durar até 30 dias.

Ambiente
Para conseguir a umidade necessária, deve-se manter o solo constantemente molhado. Esta é uma condição indispensável para seu bom desenvolvi mento. Quanto à iluminação, uma tela de 50% é o suficiente, exceto para vandas de folhas teretes (cilíndricas) como no caso da Vanda teres(=Papilionanthe teres) que, son um telado, pode crescer vigorosamente, mas dificilmente dará flor. Ela irá florir quando estiver em pleno sol, com alta umidade, apesar de as folhas muitas vezes estarem meio amareladas.

Cultivo
Quanto ao plantio de uma Vanda, se tiver poucas raízes, use um vaso de plástico, coloque pedra britada no fundo (1/4 do vaso), apoie e amarre a planta sobre as pedras sem enterrar.Mantenhaa as pedras sempre molhadas. Quando as raízes começarem a aumentar e a sair, retire o vaso, deixe-a aérea, pendurada, que é assim que ela gosta de viver.
Se uma Vanda adulta, bem enraizada, com folhas de igual dimensão do topo a base, não injuriada pelo frio, não florescer, é porque faltou iluminação e/ou rega constante com água levemente adubada. Principalmente em dias quentes e secos. A Vanda deve ser colocada num local onde receba luz filtrada nas horas de sol mais forte e iluminação direta do sol da manhã e do fim da tarde. Não deve haver nenhuma outra planta que lhe faça sombra em qualquer hora do dia.


Cruzamentos
A Vanda, além do Ascocemtrum, pode cruzar com outros gêneroscomo Arachnis, Phalaenopsis, Rhynchostylis, Aerides, etc.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Acianthera pectinata

Acianthera pectinata do blogdabeteorquideas





Acianthera pectinata do blogdabeteorquideas










































Acianthera pectinata
Ex Pleurothallis pectinata

Espécie epífita que vegeta na Serra do Mar, principalmente no Espítiyo Santo, em montanhas úmidas e sombrias. Planta exótica, com folhas côncavas e coriáceas, pendentes e arredondadas, de 5 a 10 cm de diâmetro, que se apresentam sobre hastes finas e achatadas, que variam de 10 a 50 cm de comprimento. Escapos florais de 5 cm de comprimento e que surgem e se acomodam dentro das folhas. Essas florações repetem-se por diversas vezes na mesma folha. Apresentam-se simetricamente e lateralmente. Flor de 1 cm de diâmetro, com pétalas e sépalas estreitas e pontiagudas, de cor rosa, densamente pontilhadas de púrpura. Floresce na primavera.
Revista O Mundo das Orquídeas – Ano 3 – Nº 12
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