quarta-feira, 30 de maio de 2012

Acianthera pubescens

Acianthera pubescens do blogdabeteorquideas

Acianthera pubescens do blogdabeteorquideas



Acianthera Pubscens

Pequena epífita com rizoma fino e cilíndrico, do qual surgem hastes coriáceas e cilíndricas de 5 cm de altura, portando folhas de 8 cm de comprimento, coriáceas e pontiagudas de cor verde opaco. Escapa floral que surgem da base das folhas e voltam a aparecer também nas folhas mais velhas, portando de 10 a 15 pequenas flores, 0,5 cm com pétalas e sépalas da cor amarelo liláceas, densamente pintalgadas de cor marrom bronzeado. Floresce no verão.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Brasiliorchis schunkeana


Esta é a segunda florada do ano de 2012 a última foto mostra os lindos botões da pequena, a primeira postagem se deu no mês de fevereiro e postada no mês de "março" de 2012, nesta postagem publicamos matéria sobre o cultivo da pequena "Orquídea Negra"

Brasiliorchis schunkeana  do blogdabeteorquideas

Brasiliorchis schunkeana do blogdabeteorquideas




segunda-feira, 28 de maio de 2012

Pleurothallis - Pequenas Notáveis "3" - Plantas doentes e identificação



“Especial Pleurothallis – Pequenas  notáveis” – Parte 3 e final

Com a infinidade de espécies, o gênero Pleurothallis se destaca no universo das orquídeas. Mesmo minúscula, suas flores são marcantes, tanto pela beleza quanto pelo intenso aroma  que desperta.

Por Rodolfo Bocardo Palis e Vanessa Moura.
Revista O Mundo das Orquídeas – Ano 11 – Nº 59
Foto  e Cultivo : Elisabete Delfini

PLANTAS DOENTES



As principais doenças que atacam esse gênero são as manchas provocadas por fungos e até mesmo a podridão-negra, que é bem mais difícil de tratar. Primeiramente aconselha-se a separar as plantas atacadas, pois estas podem rapidamente proliferar a doença por meio de contato ou até mesmo pela água que respinga de uma planta para a outra na hora da rega.














Deve-se aplicar um fungicida sistêmico encontrada em lojas especializadas. Use uma colher de chá para cada litro e pulverize uma vez a cada semana, no caso das plantas infectadas por fungos foliares:  já para as plantas atacadas por podridão-negra, deve se cortar a parte que apodreceu desde sua base e passar uma mistura de pó de canela com o mesmo fungicida sistêmico usado na pulverização.


 














Vale ressaltar que o combate dessa doença é bem complicado, pois há uma ação rápida e devastadora do fungo. Geralmente ela aparece em épocas chuvosas e pode infectar as suas orquídeas em poucos dias, causando uma grande catástrofe na sua coleção. Uma forma de prevenção de fazer uma inspeção nas plantas nos períodos de chuvas intensas, nunca deixando passar muitos dias sem realizar essa observação. Sem as devidas precauções, quando se der conta, tudo poderá estar perdido.




IDENTIFICAÇÃO


Talvez a classificação seja o item mais difícil no que diz respeito aos Pleurothallis. O gênero possui mais de 2.100 espécies, e esse número só aumenta dia após dia. Isso acontece porque muitas variedades já mudaram de nome inúmeras vezes, passando a ser integrantes de um novo gênero ou ainda por causa de pesquisadores de fora que vêm às Américas para estudar essas plantas e acabam encontrando, nas densas e fechadas florestas, espécie desconhecida, dificultando para os orquidófilos o trabalho de identificação. Mas não se deve desanimar pois 
Por Rodolfo Bocardo Palis e Vanessa Moura.
Revista O Mundo das Orquídeas – Ano 11 – Nº 59
Foto  e Cultivo : Elisabete Delfini 

FIM

abraços

sábado, 26 de maio de 2012

Orquídeas e Espiritualidades “Um belo caminho para alcançar a paz”



Orquídeas e Espiritualidades “Um belo caminho para alcançar a paz”

Nossa outra responsabilidade é desfazer a grave degradação ambiental, que é resultado do comportamento humano incorreto(...). As cidades grandes certamente, não são nosso ambiente natural. Apesar de todas as comodidades do mundo moderno, no fundo nós seres humanos, guardamos um sentimento de intimidade para com as plantas: Dalai Lama
Em 2007, o Dalai Lama foi presenteado com uma exposição de orquídeas particular feita pelo Sr.Ivan Komoda. Nesse evento, realizado em março no Havaí, o líder especial abençoou o Centro de Darma de Paia, de onde ganhou diversas Miltonias e Masdevallias regionais. Grande apreciador de orquídeas, o monge possui, nas proximidades do monastério e de sua residência, no Vale Kangra, em Dharamsala, diversas nativas da região.
Ao conclamar o ser humano a ser grato à sua origem, o Dalai Lama afirma: :”‘a melhor religião é aquela que faz o melhor, mais compassivo, mais sensível, mas desapegado, mais amoroso e mais responsável”
Em sua biografia oficial ele relata o quanto gosta de cultivar suas plantas.
Conheça melhor a história das duas espécies

MASDEVALLIA

 A primeira planta  descrita descrita foi a Masdevallia, em 1974. O nome é em homenagem ao botânico José Masdeval da corte de Carlos III, da Espanha. A maior parte do ambiente natural se concentra na Colômbia, no Equador, no Perú e na região da Cordilheira dos Andes . No Brasil pode ser encontrada na mata atlântica e na Amazônias, em grandes altitudes. Atualmente conhecem-se cerca de 500 híbridos.

 As Masdevallias são microorquídeas, apesar do seu porte maior que o concencional para as diminutas plantas. O que caracteriza tal aspecto é a estrutura floral sinsépala(sépulas fundidas), labelo muito pouco expressivo e ausência de pseudobulbos. Geralmente de aspecto . Geralmente de aspecto chamativo, suas cores atraentes caracterizam uma eficiente forma de atrair os polinizadores. A flor tem formato triangular, e a  coluna é espessa com um par

de polineas

 MILTONIA


O gênero Miltonia recebeu esse nome em homenagem ao Visconde Milton, importante cultivador de orquídeas do século 19, na Inglaterra. A maior concentração da planta em habitats se localiza em algumas regiões da Colômbia, da Venezuela, do Pamaná, de Porto Rico, do Brasil, do Paraguai e da Argentina.
 No Brasil situa-se em grandes altitudes (800m a 1000m), principalmente na região sudeste(Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, mais especificamente na Mata Atlântica e na Serra do Mar).  No Nordeste abrange o Estado de Alagoas, Bahia e Pernambuco. Na região Sul,  pode ser visto no Paraná, em Santa Catarina e no Rio grande do Sul.
 Geralmente o gênero é confundido ou mesmo classificado por alguns botânicos, como algum tipo de Odontoglossum e Oncidium. Aliás muitos dos seus híbridos foram obtidos do cruzamento de alguns deles

De forma geral as Miltonias possuem pseudobulbos comprimidos e grande espaço entre os rizomas. As inflorência vêm da base do pseudobulbo e, em geral, suas flores são grandes e vistosas, com cada espécie tendo sua época específica de floração.


Revista O Mundo das Orquídeas Ano 11 – Nº 53
Por Andréa Furtado
Pesquisa: José Roberto
Fotos: Elisabete Delfini


quarta-feira, 23 de maio de 2012

Laelia anceps

Laelia anceps  do blogdabeteorquideas
 Laelia anceps

Tendo em vista que as or­quídeas de nossas espéci­es nativas, mais comuns florescem na primavera (Cattleya intermedia, Laelia purpurata), é muito natural que o co­lecionador busque espécies cujo pe­ríodo floral seja o outono e inverno, para evitar aqueles tristes perío­dos sem flores no orquidário. Digo triste porque é assim que me sinto quando entro no orquidário e não vejo nenhuma flor. Felizmente há muitos anos isso não ocorre. Basta uma dú­zia de plantas de algumas espé­cies selecionadas e você terá flo­res durante o ano inteiro. As orquídeas que se dão bem no pe­ríodo outono-inverno é justamen­te uma espécie conhecida por sua resistência ao frio: a Laelia anceps, a mais conhecida e co­lecionada das Laelias mexicanas. A Laelia anceps é também uma das mais fáceis de cultivar.
Laelia anceps  do blogdabeteorquideas
 Possuindo clones de boa for­ma e. grande variedade de colo­rido, é de se estranhar que não seja mais colecionada. Imagino que a causa seja a falta de oferta de plan­tas de qualidade à venda. Poucas são também as ofertas de “seedlings” e meristemas no mercado nacional. Fica aqui o desafio aos produtores nacionais para que trabalhem mais com a Laelia anceps.

O clima nas regiões do México onde a Laelia anceps vegeta, é se­melhante ao clima dos estados do Sul do Brasil, com o verão quente e chu­voso e inverno frio e seco na maior parte do tempo. Isso explica a facili­dade de cultivo dessa espécie no Sul do Brasil.
No México a Laelia anceps ocor­re ao Sul do país, desde a costa les­te, no Golfo do México, até a costa oeste, no Pacifico.

 
 A Laelia anceps possui apro­ximadamente o seguinte regime de crescimento: após o período de des­canso da floração, na primavera e verão surgem novos brotos que cres­cem com o calor e as chuvas dessas estações.

Assim que o tempo começa a es­friar, as hastes florais começam a crescer e são um espetáculo à parte pois algumas plantas possuem has­tes com até um metro de comprimen­to fazendo concorrência em ta­manho com as Phalaenopsis. O comprimento da haste floral de­pende do clone e do estado cul­tural da planta, variando bastan­te, mas quase sempre ao redor de 60 cm.

Entre o fim do outono e co­meço do inverno, as flores, em número de 1 a 5 em cada haste floral, começam a abrir, fornecen­do um lindo espetáculo, balan­çando com a menor brisa. Após a floração a planta entra em pe­ríodo de repouso e reinicia-se o ciclo. 
 
 As flores da Laelia anceps variam de 6 a 12 cm de tama­nho, possuindo de modo geral boa armação (pétalas e sépalas no mesmo plano).

As sépalas variam de 1 a 2 cm de largura enquanto as péta­las podem chegar até 4 cm nos melhores clones. O labelo enco­bre a coluna e varia de 1 a 2 cm de largura.
Quanto ao colorido, temos a va­riedade alba, com pétalas e sépalas brancas e labelo também branco mas com uma mancha amarela pe­netrando o tubo. Existe uma grande variedade de flores, descritas na li­teratura, em que as diferenças são a quantidade, o tamanho e a cor das veias que penetram o labelo, enquan­to o resto da flor é de cor branca.

Da mesma forma, ocorre com a variedade semi-alba (pétalas e sépalas brancas e labelo colorido). Há uma grande quantidade de des­crições de plantas cuja única diferen­ça é a quantidade e posição da cor lilás no labelo. Varia de uma leve mancha lilás pequena até todo o labelo púrpura escuro. Do mesmo modo, quer nos parecer que são to­das semi-albas. Um bom exemplo é a conhecida Laelia anceps semi-alba “Sanderiana” .
A cor predominante da Laelia anceps é o lilás que define a varie­dade “tipo”, apresentando-se do li­lás claro até o mais escuro. Existe também uma variedade rosada em que pétalas, sépalas e labelo são rosa suave.

Fonte:  http://www.plantasonya.com.br/orquideas-e-bromelias/orquidea-laelia-anceps.html
Fotos e Cultivo : Elisabete Delfini

Anathallis adenochila




Anathallis adenochila do blogdabeteorquideas

Anathallis

é um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae). O gênero Anathallis foi proposto por João Barbosa Rodrigues, em 1877, publicado em Genera et Species Orchidearum Novarum 1: 23. Garay designou como seu lectótipo a Anathallis fasciculata descrita por Barbosa Rodrigues, em Orquideología 9: 122, geralmente considerada sinônimo da Anathallis obovata.


O nome vem do grego anathallos, que significa desprovido de ramificações.



São plantas de caule monofoliado ereto, pelo menos tão longo quanto as folhas, excetuadas uma poucas espécies menores, de transição com Panmorphia, cuja constituição é mais delicada. As folhas são coriáceas, mais ou menos elípticas, algumas vezes alongadas. Apresentam uma ou várias inflorescências por ramicaule, sempre brotanto de seu ápice, junto à base da folha, eretas ou arqueadas, curtas ou alongadas, com muitas flores que abrem simultaneamente.



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Caramujos e lesmas em nossas orquídeas




 Caramujos e lesmas são dois bichinhos que provocam grandes estragos em nossas orquídeas. Atacam folhas, flores, pseudobulbos, brotos novos e, se não controlados podem matar a planta.Os dois bichinhos citados podem também ser chamados de moluscos (Filo Mollusca) pertencentes à classe Gastrópoda. Eles se reproduzem com grande facilidade em meio rico em matérias orgânicas, pois são bissexuados(hermafroditas) e, a partir dos ovos, passam diretamente para a fase adulta.

 Eventualmente podemos observá-los caminhando muito lentamente no meio das orquídeas durante o dia, mas é à  noite que fazem grandes estragos. Por isso devemos estar atentos aos sinais e sintomas deixados por estes destruidores de nossas orquídeas. Os estragos em folhas e pseudobulbos são os mais evidentes. Observe mas fotos os aspectos característicos deixados por estas pragas.



Controle

Pragas e doenças das orquídeas podem ser controladas com o manejo adequado de nossas plantas e a utilização, sempre que possível, de meios naturais associados a observação visual diária, evitando a aplicação de produtos químicos  que são tóxicos para as plantas e para o meio ambiente. Produtos químicos podem e devem ser empregados quando verificamos uma infestação muito grande nas plantas.

 A limpeza do orquidário é um fator preponderante para o bom desenvolvimento das orquídeas. Piso em terra ou cascalho, pedra-brita e outros devem ser mantidos sempre limpos sem matos(ervas daninhas são hospedeiras intermediárias de diversas pragas e transmissores de doença). Vasos usados amontoados junto ao orquidário são esconderijo de lesmas e caramujos e até mesmo ratos fazem ai seus ninhos com “palha” retiradas das orquídeas (bainhas).
Em bancadas com orquídeas deve haver espaço entre os vasos para um bom arejamento. Uma ventilação adequada no orquidário ajuda a controlar o excesso de umidade, sendo um fator que favorece a proliferação de lesmas e caramujos.
 Para eliminar lesmas e caramujos em um orquidário caseiro, o melhor método ainda é retirá-los manualmente ou com pinças e destruí-los em uma vasilha com solução saturada de sal. Precisamos ficar atentos para os minúsculos caramujos, menores até mesmo que uma cabeça de fósforo, que são os maiores destruidores de brotos novos ou gemas dormentes.

 Quando percebemos a existências desse pequenos caramujos, o melhor método para eliminá-los é sempre emergir os vasos em uma solução de calda de fumo. Para o preparo utilizamos:
100 gramas de fumo de corda picado fervido em 1 litro de água e uma colher de sabão em coco (pó). Coamos em pano fino e diluímos em 10 litros de água.
Os caramujos ou morrem ou saem à superfície e são facilmente eliminados.
 O uso de armadilhas também é bastante eficiente. Várias técnicas podem ser empregadas. Bandejas de isopor com cavidade para plantas mudas, colocadas invertidas embaixo das bancadas de orquídeas, são ótimos esconderijos para as lesmas e caramujos e, no dia seguinte, é só pegá-los e eliminá-los. Um saco de estopa umedecido em cerveja, deixado amontoado entre os vasos, é também um atraente esconderijo. Uma outra maneira muito eficiente para  umedecer a estopa, é diluir 1 litro de leite integral em 4 litros de água.

 Lesmas e caramujos podem ser combatidos com produtos químicos, os moluscicidas, que são compostos de metaldeidos. Comumente chamados de “iscas”, devem ser manipulados com muito cuidado, pois são produtos tóxicos. Especial atenção se houver cães e gatos soltos junto às orquídeas. Os produtos  a venda no mercado nacional são inativados em presença de água, porém em exposições de orquídeas, podemos encontrar produtos importados que são ativos mesmo em presença de água.
Quando utilizamos cultivos suspensos, não temos que nos preocupar muito com essa praga, pois facilita o controle de lesmas e caramujos.

Texto e Fotos : Darly Machado de Campos
Revista o Mundo das Orquídeas Ano 3 nº 11



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