quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Dendrobium moniliforme

Dendrobium moniliforme  do blogdabeteorquideas
Dendrobium moniliforme do blogdabeteorquideas



Nome correntemente utilizado: Dendrobium moniliforme.
Autor: Swarts.
Data da publicação: 1799.
Sinônimos: * Epidendrum moniliforme, Epidendrum monile, Limodorum monile, Callista moniliformis, Dendrobium monile, Epidendrum moniliferum, Onychium japonicum, Dendrobium japonicum, Ormostema albiflora, Dendrobium castum, Callista japonica, Dendrobium heishanense, Dendrobium taiwanianum, Dendrobium moniliforme var. malipoense, Dendrobium candidum.
Origem: China, Japão, Coreia, Tailândia e Vietnam.
Habitat: epífita, ocasionalmente rupícola, em florestas úmidas.
Altitude: 600 a 3.000 metros.
Quantidade de espécies neste gênero: cerca de 450.
Histórico: Lineu publicou esta espécie em 1753, então com o nome de Epidendrum moniliforme, sendo portanto uma das primeiras orquídeas a serem descritas. Apresenta grande gama de cores, indo do púrpura escuro ao branco. Existem também variedades com folhas variegatas.
Espécies similares: não tem.
Características distintivas: é facilmemte identificada por suas flores delicadas e pseudobulbos afilados.
Cultivo: necessita de umidade praticamente constante e regas frequentes, sem período de repouso. Prefere os locais mais frescos do orquidário.
Fonte: Orquidário Colibri

Fotos : Elisabete Delfini

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Dendrobium aphyllum

Dendrobium aphyllum do blogdabeteorquideas
Planta de fácil cultivo e grande beleza quando florida, esta é uma das plantas indicadas aos iniciantes na orquidofilia, pois com ela o sucesso é garantido.Dendrobium aphyllum do blogdabeteorquideas
O Dendrobium aphyllum é mais conhecido em nosso meio por Dendrobium pierardii Roxb. ex Hook (1822), e apresenta diversos sinônimos. Foi descrito inicialmente como Limodorum aphyllum Roxb. (1795), mas também foi chamado de Cymbidium aphyllum Roxb, (1799), Epidendrum aphyllum Roxb. (1810), Callista aphylla (Roxb.) Kuntze (1891), Dendrobium cucullatum R. Br. (1821), Dendrobium pierardii var. cucullatum (R. Br)Hook. f. (1890), Dendrobium oxyphyllum Gagnep. (1950), Dendrobium madrasense A. D. Hawkes (1963), Dendrobium aphyllum var. cucullatum (R. Br) P. K. Sarkar (1984), Dendrobium aphyllum var. katakianum I. Barua, (2001).

O termo Dendrobium, deriva das palavras gregas "dendron", que significa árvore e "bios", que significa vida e aphyllum é formado pelo prefixo "a", que traz a ideia de ausência, negação, falta e "phyllos"", folha, referindo-se a ausência de folhas durante o seu período de floração.

Encontrada do Nepal ao sul da China e na Malásia, tem hábito epífita ou rupícola. Floresce entre o final do inverno e início da primavera. Com longos pseudobulbos pendentes, seu transporte é difícil, o que dificulta a presença de grandes plantas em exposições. Produz keikes com facilidade e podemos cortar alguns pseudobulbos que já floresceram e prendê-los sobre o substrato, circundando toda a borda do vaso, criando após alguns anos de cultivo um belo efeito de cascata de flores.

Fotos : Elisabete Delfini

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Coelogyne flaccida

Coelogyne flaccida do blogdabeteorquideas

Coelogyne flaccida do blogdabeteorquideas


COELOGYNE
Classificação : terrestres e epífitas
Floração : Floresce praticamente o ano todo dependendo da variedade.
Flor (duração): de 10 a 15 dias, com tamanho de 3 à 8 cm
Espécies : é um gênero com cerca de 150 espécies.
A Espécie mais desejada: Coelogyne cristata pelas flores grandes e albas.
Origem: Sudeste da Ásia, Índia,, Indonésia, China e Ilhas do Pacífico.
Regas: nunca regue as plantas quando as folhas estiverem quentes e quando houver grande
incidência de luz solar. O ideal é molha-las pela manhã ou pelo fim da tarde
.
Cultura: Cultivar em gaiolas ou placas, o que elimina a necessidade de materiais de drenagem. precisam ser cultivadas com bastante luminosidade.
Adubação : a adubação segue a regra de outras espécies, devendo ser feita uma vez por semana e a cada quinze dias no inverno. Atenção quando os pseudobulbos estiverem amadurecidos, é aconselhável suspender o adubo
Curiosidade : O nome da orquídea vem do grego Koylos(oco ou côncavo) e Gyne(fêmea). normalmente vegeta em altitudes acima de 1.300 metros
Por Vanessa Moura
Pesquisa : José Antônio Endsfeldz
Revista O Mundo das Orquídeas – Ano 11 – Nº 58
Foto: Elisabete Delfini


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Restrepia aspasicensis

Restrepia aspasicensis do blogdabeteorquideas
Restrepia aspasicensis do blogdabeteorquideas


Restrepia é um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae).
Etimologia
Recebe este nome em homenagem ao Sr. José Manuel Restrepo, o primeiro a investigar a geografia e a ecologia da região andina de Antioquia na Colômbia.
Habitat
Habitam bosques de zonas de montanha onde faz frio e ocorrem névoas abundantes, nos Andes e Venezuela, com algumas espécies na América Central chegando até o Sul do México.
Descrição
Estas pequenas orquídeas epífitas, raramente litófitas, não tem pseudobulbos mas apenas ramicaules encimados por uma única folha grossa e ereta com aspecto coriáceo de forma elíptica-ovoide.
As flores se desenvolvem individualmente de um delgado pedúnculo que brota da base da folha. A sépala dorsal é alargada e ereta, com a extremidade assemelhando-se a uma bolha. Tem sépalas laterais fundidas formando uma sinsepala em regra de cores brilhantes, com cores contrastantes superpostas formando pontos, listas ou manchas. As pétalas também terminam em bolha. O labelo é ovoide e alargado no ápice, mostrando as mesmas variações de cor.
Geralmente também apresentam adornos de penachos e caules com brácteas como de papel fino. Em condições favoráveis podem florescer ao longo de todo o ano.
Algumas espécies, tal como as Restrepia muscifera e Restrepia antennifera apresentam grande diversidade de tamanho, cor e forma, pois poucas populações se assemelham, por vezes tornando que sua identificação por vezes é bastante difícil.
Filogenia
Segundo a filogenia da subtribo Pleurothallidinae, publicada em 2001 no American Journal of Botany, por M.W.Chase et al. Este gênero forma, junto com Barbosella, Echinosepala, Dresslerella, Myoxanthus, Pleurothallopsis, Restrepiopsis, Restrepiella e Barbrodria, o segundo dos oito grandes clados desta subtribo, entre os clados de Octomeria e Acianthera.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

OBS: Aquisição em maio de 2010 uma linda mudinha, três meses depois duas flores, fiquei tão apaixonada que ela resolveu definhar, foi morrendo aos poucos, restou umas cinco folhinhas e ali ficou, parada mais ou menos um ano, daí resolveu brotar , agora parece que vai ficar bem, já está maiorzinha, mais , não está como comprei.

sábado, 25 de agosto de 2012

Acianthera sp

Acianthera sp. do blogdabeteorquideas




Acianthera
é um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae) ao qual estão subordinadas 177 espécies.
Espécie tipo: Acianthera recurva (Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase, (2001).
O gênero Acianthera foi proposto por Scheidweiler em Allgemeine Gartenzeitung 10(37): 292, em 1842, ao descrever a Acianthera punctata, hoje considerada sinônimo da Acianthera recurva.
O nome é uma referência a posição da antera de alguma de suas espécies.
Dentre outras características, com algumas exceções, estas espécies podem ser reconhecidas por apresentarem flores mais ou menos carnosas, com duas polínias, de sépalas laterais concrescidas, que brotam solitárias ou em pequeno número de inflorescências terminais do ramicaule, com folhas sésseis, mas algumas vezes com a base dando a impressão de ser contínua ao ramicaule, e este sem a presença do annulus, estrutura já definida ao tratarmos de Pleurothallis. São plantas bastante variáves, pequenas ou grandes.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fotoe e cultivo : Elsisabete Delfini

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

"Na intimidade das plantas"


Existem pessoas que comparam as orquídeas com as mulheres. Ambas são lindas, perfumadas e diversificadas em cores e formas. Cada uma se diferencia de todas as outras com suas características próprias. Dengosas, escolhem os locais que gostam de ficar e são enjoadas quanto a luz. Algumas apreciam o sol, outras se ressentem dele. Enfim, há muito paralelos entre essas duas belas criações divinas... Tudo isso sem considerar os mistérios que possuem e os segredos para ficar sempre formosas, fortes e produtivas.
Em seu ambiente natural, geralmente, a orquídea se desenvolve em lugares sem poluição, com umidade equilibrada, protegida dos raios solares pelas folhagens das matas. Contudo, se adapta com facilidade se respeitada as características do lugar de procedência, tentando reproduzi-las no local de cultivo. É por esse motivo que o orquidófilo, principalmente, deve estudar a luminosidade, a incidência e a intensidade da luz, além da inclinação do raio solar. Também deve estar atendo à estação climática, mesmo em um país tropical como o Brasil.
Assim, ao contrário do que muita gente pensa, o vento é benéfico para as orquídeas. Ele areja, reduz o calor, mantém a alta taxa de luminosidade, atrai o inseto polinizador e, ainda, ajuda a eliminar pragas e doenças. Claro que alguns ventos não são aconselháveis, como é o caso do vento noroeste, muito quente e seco, ou dos ventos gelados e encanados.
Para a maioria das orquídeas, o vento procedente do mar é saudável, visto que sua umidade é percebida a centenas de metros. Ele, inclusive, traz a poeira, que fica depositada nas folhas e é umedecida pela serração e pela neblina que caem à noite. Logo após, essa mistura escorre até o substrato, servindo como adubo da planta ao se transformar em seiva bruta.
Inclusive, o xaxim tem sido usado como substrato há muitas décadas. Ele foi explorado de tal modo que entrou em extinção, e o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis(Ibama) proibiu sua extração. Para substituí-lo, uma das soluções que se destacam é a combinação de pinus com carvão. Esterilizado em auto clave. Utilizando temperaturas elevadas, apresenta muitas vantagens, como maior durabilidade, melhor arejamento, entre outras. Além disso, o carvão é um elemento útil na diminuição de pragas e da acidez do substrato, ajudando a afugentar caramujos e lesmas e servindo como adubo.


Vale ressaltar que, no mundo das orquídeas, quase sempre há exceções. Por exemplo o Cymbidium, que floresce durante a primavera no Japãp, na China, em Taiwan, e também próximo ao Himaláia. Essa espécie se desenvolve em clima frio. Portanto, ao contrário de diversas plantas brasileiras. Devemos ter o cuidado de protege-las do sol e das altas temperaturas..
Por Isis Nobile Diniz e Mariza Torelli

Reportagem Mariza Torelli
Revista O Mundo das Orquídeas – Ano 11 nº 46
Fotos e cultivo : Elisabete Delfini

domingo, 19 de agosto de 2012

Acianthera saundersiana - variedade 4

Acianthera saundersiana - variedade 4  do blogdabeteorquideas
Acianthera saundersiana - variedade 4  do blogdabeteorquideas


Acianthera saundersiana
Espécie epífita com rizoma rastejante roliço e vigoroso apresentando em pequenos intervalos. Hastes de 5 cm de altura encimados por folha de 10 cm de comprimento, vigorosa, coriácea e grossa. De sua base, na parte de cima aparece flores uniflora que se abrem sucessivamente e tem 5 mm de diâmetro de cor verde escuro densamente maculado de cor rósea-bronzeada. Pequeno labelo branco pontilhado de cor purpurea. É bastante vistoso e exótica. Floresce no fim do inverno.

Revista O Mundo das Orquídeas – Ano 4 Nº 28
Fotos e cultivo : Elisabete Delfini
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...