terça-feira, 5 de março de 2013

Cattleya labiata ametistina "Canoinhas"

CATTLEYA LABIATA LINDLEY
 
 No final do verão e princípio do outono, nossos orquidários são enfeitados pelas flores da Cattleya labiata. Além das belas flores, somos premiados com seu magnífico perfume que é exalado principalmente na parte da manhã. Ele é tão característico que podemos chamar de “perfume das Cattleyas”.
Espécie considerada“Rainha do Nordeste Brasileiro”, foi classificada e descrita por John Lindley, em 1821. Ela é considerada o protótipo de todas as Cattleyas do grupo da labiatas.
Cattleya labiata ametistina "Canoinhas" do blogdabeteorquideas
 
HABITATS

Planta epífita que vegeta sobre árvores nas serras, tanto em regiões mais secas como em locais bem úmidos, sempre protegidos do sol intenso. Vegeta numa altitude entre 500 e 1000 metros. Ela procede em maior número de habitats dos estados dos estados de Alagoas, Ceará, Paraiba e Pernanbuco e raramente do Maranhão e Piaui. Sem dúvida é uma das mais belas e mais cultivadas orquídeas brasileiras.


PLANTA




Vigorosa com pseudobulbos de 15 a 20 cm de altura, comprimidos e sulcados, apresentando uma única folha oblongo-eliptíca, inflorescência comosta de 3 a 5 flores, sempre muito bem dispostas.

 
FLOR
Com 20 a 25 cm de diâmetro, pétalas e sépalas de colorido típico lilás-médio em diversas tonalidades. As sétalas são lanceoladas e as pétalas mais largas, ovoides e onduladas. O labelo apresenta variações das quais destacamos as mais comuns como segue:
Anelato : apresenta na entrada do tubo um colorido em forma de anel;
Atro: colorido escuro do labelo, estendendo-se pela parte externa do tubo até a junção com a pétalas e sépalas;
Orlato: quando a mancha escura frontal estende-se pela sua orla superior;
Venoso: veias escuras entrecortando o colorido na base do labelo.
ÉPOCA DA FLORAÇÃO
No norte e nordeste brasileiro : dezembro/janeiro.
No sudeste e sul do Brasil: fevereiro e março
CULTURA
É uma planta de facílima cultura e, por isso, muito recomendada para orquidófilos principiantes.
Revista O Mundo das Orquideas – Ano 3 nº 11
Por Waldyr Fochi Endsfeldz
Foto e cultivo : Elisabete Delfini

 





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