terça-feira, 30 de abril de 2013

Mesadenella cuspidata - Microorquídea com 0,6 cm

Interessante a disposição das pequeninas orquídeas, em forma de aspiral tomam conta do pequeno espaço  que ocupa no caule.
Mesadenella cuspidata do blogdabeteorquideas




segunda-feira, 29 de abril de 2013

Híbrido sem identificação

Híbrido de Orquídea, cruzamento entre duas espécies diferentes que podem pertencer ao mesmo gênero ou a gêneros diferentes. na natureza, existem híbridos naturais, ou seja, cruzamento entre duas espécies distintas que crescem simultaneamente numa mesma área  e florescem na mesma época.
 
Orquídea´híbrida: cruzamento de duas espécies diferentes

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domingo, 28 de abril de 2013

Oncidium crispum - Mais uma Brasileirinha linda

Orquídea nativa do sudeste do Brasil, do gênero Oncidium e da subfamília Epidendroideae.
Sinônimos: Brasilidium crispum e  Oncidium inperatoris-maximiliani
Oncidium crispum do blogdabeteorquideas




Oncidium crispum

Espécie muito decorativa e florífera com pseudobulbos oblongos e ovoides, lateralmente compridos, sulcados e de cor verde-bronzeado, com duas ou três folhas lanceoladas, coreaceas e finas, de 25 cm. Inflorescência com quinze a trinta flores ramificadas e paniculadas. Flores de 5 cm de diâmetro com pétalas e sépalas, de cor amarelo esverdeado até marrom-chocolate bem carregado. Labelo grande, vistoso e aplainado do mesmo colorido, com as margens mescladas de amarelo com zona basal amarelo-brilhante. Vegete numa altitude de 800 a 1200 metros e floresce de janeiro a março.

Revista O Mundo das Orquídeas
Foto e cultivo : Elisabete Delfini

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sábado, 27 de abril de 2013

Acianthera purpureoviolacea var.2

Orquídea epítita de florestas úmidas e baixa luminosidade. Originalmente encontrada mas matas do litoral de São Paulo e de e descrita como Pleurothallis purpureoviolacea.
Sinônimos : Arthrosia purpureoviolacea, Specklinia purpureoviolacea, Pleurothallis purpureoviolacea e Pleurothallis piresiana.
Acianthera purpureoviolacea do blogdabeteorquideas





Acianthera
 é um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae) ao qual estão subordinadas 177 espécies.
Espécie tipo: Acianthera recurva (Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase, (2001).
O gênero Acianthera foi proposto por Scheidweiler em Allgemeine Gartenzeitung 10(37): 292, em 1842, ao descrever a Acianthera punctata, hoje considerada sinônimo da Acianthera recurva.
O nome é uma referência a posição da antera de alguma de suas espécies.
Dentre outras características, com algumas exceções, estas espécies podem ser reconhecidas por apresentarem flores mais ou menos carnosas, com duas polínias, de sépalas laterais concrescidas, que brotam solitárias ou em pequeno número de inflorescências terminais do ramicaule, com folhas sésseis, mas algumas vezes com a base dando a impressão de ser contínua ao ramicaule, e este sem a presença do annulus, estrutura já definida ao tratarmos de Pleurothallis. São plantas bastante variáves, pequenas ou grandes.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Specklinia colorata

Specklinia é um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae).
Specklinia colorata do blogdabeteorquideas

 Foi proposto por John Lindley em The Genera and Species of Orchidaceous Plants 8, em 1830, e seu lectótipo designado por Garay e Sweet é o Epidendrum lanceola, espécie da América Central e Jamaica descrita por Swarts em 1788.

Taxonomia

 Até recentemente Luer vinha tratando este gênero como subgênero de Pleurothallis, entretanto em 2001, Mark Chase et al., publicaram no American Journal of Botany um estudo preliminar sobre a filogenia desta subtribo que sugere diferente tratamento. Segundo os resultados encontrados, este subgênero, deveria ser dividido, em parte elevado à categora de gênero, em parte transferido para Anathallis.

 De acordo com a proposta de Chase et al. formariam este gênero as secções Hymenodanthe, Muscariae e Tribuloides de Specklinia; os subgêneros Empusella e Pseudoctomeria de Pleurothallis, além do gênero Acostaea. Destes todos apenas das duas primeiras seções existem exemplares no Brasil.

O conceito de Luer sobre Specklinia, publicado em 2007, é ainda mais restrito, e inclui somente pouco mais de uma dúzia de espécies que correspondem apenas à subsecção Longicaulae da secção Hymenodantae. A planta tipo desta secção é a Pleurothallis grobyi Batem. ex. Lindley, agora Specklinia grobyi.

O gênero Specklinia vem inserido no sexto grande clado da subtribo Pleurothallidinae na seguinte ordem de gêneros: Andinia, Dryadella, Specklinia, Acostaea, Platystele e Scaphosepalum. O sétimo grupo está inserido entre os clados formados por Pleurothallis e Stelis de um lado e Luerella do outro.

 
Descrição

 São plantas pequenas, de caules curtos e inflorescência racemosa, normalmente mais longa que as folhas, com flores abertas de forma simultânea; as flores com pétalas membranosas simples e coluna grande ou alongada, geralmente com dentes e antera ventral, e labelo simples articulado com o pé da coluna.

Foto e cultivo : Elisabete Delfini
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Leptotes unicolor

Leptotes unicolor é uma espécie de orquídea epífita de crescimento cespitoso que habita áreas mais secas da mata atlântica nos estados brasileiros de Minas Gerais, e Paraná, no Brasil e também do nordeste da Argentina.
Leptotes unicolor do blogdabeteorquideas
Leptotes unicolor

 São pequenas plantas, que pela morfologia vegetativa poderiam ser comparadas a pequenas Brassavola, devido a suas folhas roliças. No entanto, apesar desta semelhança, são relacionadas mais proximamente à Loefgrenianthus e Pseudolaelia e Schomburgkia.2

Apresentam rizoma curto e pseudobulbos muito pequenos que quase imperceptivelmente prolongam-se em uma carnosa folha teretiforme curta, ereta ou pendente, que apresenta um sulco mais ou menos profundo na face. A inflorescência é apical, curta, e comporta poucas flores grandes se comparadas à dimensões da planta, mas pequenas quando comparadas às orquídeas mais frequentemente cultivadas. As flores apresentam-se bastante tombadas. As flores geralmente são de coloração rósea pálida. As pétalas e sépalas são parecidas, o labelo é trilobado, em algumas espécies com margens lisas, possuindo garras que se prendem aos lados da coluna. Esta é curta e possui seis polínias de tamanhos desiguais, quatro grandes e duas pequenas.3


Apesar de pelas flores ser mais próximo ao grupo de folhas longas, poderia ser considerada uma espécie de transição pois suas folhas são bem mais curtas que as das outras espécies dete grupo. Pode ser reconhecida por apresentar flores bastante tombadas inteiramente de cores roséas bastante pálidas.4





Leptotes unicolor

 Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre


Foto e cultivo : Elisabete Delfini
 

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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Ascocenda kulwadee fragance

Orquídeas de crescimento monopodiais, epífita com flores de cores vibrantes.
Raizes aérias, apreciam boa luminosidade e rega constante.
Ascocenda kulwadee fragance do blogdabeteorquideas


Orquídea com flores semelhantes as da Vanda

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terça-feira, 23 de abril de 2013

Miltonia regnellii

Orquídea encontrada em bosque na  parte baixa das regiões montanhosas nos estados  Brasileiros : São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Santa Catarina.
Miltonia regnellii do blogdabeteorquideas

Miltonia orquídea epífita com ocorrência restrita no Brasil



Miltonia Regnelli
 Rústica espécie epífita que vegeta na Serra do Mar sobre as árvores, em locais bastante ensolarados. Planta viçosa, com pseudobulbos de 10 cm de altura, lateralmente comprimidos, alongados e bifolhados. Folhas lineares, rígidas e acuminadas, de cor verde amarelada. Escapos florais munidos de grandes brácteas e com belas flores de diâmetro alvacentas ou de delicado colorido creme rosado. Labelo Largo e arredondado, púrpura-arroxeado. Existem diversas variedades, entre as quais destacamos a virginalis, totalmente branca, e a citrina, com pétalas e sépalas amarelas. Floresce na primavera.

Revista  O Mundo das Orquídeas Ano 2 – Nº 4
Foto e cultivo : Elisabete Delfini

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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Sorteio no Blog - Cattleya intermedia alba -Agora com formulário testado

 


Mas uma vez peço desculpas pelo transtorno com o formulário.
Formulario agora testado, graças as explicações encontrada no site MUNDO BLOGGER-http//www.mundoblogger.com.br/ segue link para o formulário .Abaços e obrigada . http://blogdabeteorquideas.blogspot.com.br/2013/04/sorteio-no-blog_5713.html

Dendrobium paradise Lorna

Dendronium importante gênero formado por um grande número de espécie vistosa. Alto pseudobuldo lembrando a cana de açúcar, estão entre as orquídeas mais difundidas e comuns em cultura.
 
Dendrobium paradise Lorna do blogdabeteorquideas





sábado, 20 de abril de 2013

Cattleya walkeriana - Variações de colorido

As flores apresentam-se de diversas formas e coloridos, abaixo as variações de colorido dentro da espécie:

ALBA - pétalas, sépalas, lóbulos laterais e lóbulo medial de colorido branco puro, apenas com estrias de colorido amarelo que saem por baixo da coluna e seguem até pouco antes do meio do lóbulo.
 ALBESCENS - pétalas, sépalas, lóbulos laterais e medieval com colorido branco, porém com nuances quase imperceptíveis ou pouco visíveis de colorido róseo em alguma ou algumas das extremidades.

COERULEA - Pétalas e sépalas apresentam colorido violeta (azulado) de intensidade variável e lóbulo medial também com o mesmo colorido, porém com maior intensidade.



COERULESCENS - pétalas, sépalas, lóbulos laterais e medial com o mesmo colorido violeta(azulado) de pouca intensidade, algumas vezes também chamada "concolor coerulea"

CONCOLOR - pétalas, sépalas, lóbulos laterais e medial apresentam colorido homogêneo, variando do rosa pálido ao rosa mais escuro.

LILACÍNEA - pétalas, sépalas, lóbulos laterais e medial apresentam colorido intermediário ao lilás das típicas e o violeta das coeruleas, em sua maioria com menor intensidade.

LILÁS (típica) - pétalas e sépalas de colorido lilás de intensidade variável e lóbulo medial sempre com colorido mais intenso.

ROSADA - pétalas e sépalas de colorido rosado mais claro, e lóbulo medial também com colorido rosado, porém com colorido um pouco mais intenso.

RUBRA - pétalas, sépalas, lóbulos laterais e medial com colorido lilás muito intenso, tendo também o mesmo colorido intenso na coluna.

 SEMI ALBA - pétalas e sépalas de colorido branco puro, com colorido lilás  apenas em seu lóbulo medial, podendo ter tamanho, forma e intensidade variável.

SUAVÍSSIMA - pétalas e sépalas de colorido branco com nuances de colorido rosado bem claro. Lóbulo medial de colorido rosado com menor intensidade.

SUAVE - pétalas e sépalas de colorido branco com nuances de colorido rosado, porém com lóbulo medial de colorido lilás bem intenso.

 
VINICOLOR - pétalas e sépalas de coloração rosada, na tonalidade de cerâmica, com intensidade variável e geralmente possuem colorido desbotado.
Espécie bem rústica o que a torna fácil para o cultivo e bem indicada para orquidófilos iniciantes.

 
Aceita bem qualquer tipo de substrato, desde o sphagnum, até a fibra de xaxim, mas por ser uma espécie epífita, responde melhor ao plantio em madeira, como os troncos ou casca de árvores de casca rugosa, como a peroba, mais indicada e usada pela maioria dos orquidófilos.

Por ser uma planta de fácil adaptação, pode ser cultivada em diversos locais, como um telhado, estufas, ripados ou mesmo ao natural, desde que fixadas em árvores vivas como palmeiras, dracenas, ipês, laranjeiras e outras mais.

Quando cultivadas em orquidários,  respondem  melhor quando colocadas em locais com maior luminosidade, temperaturas não muito baixas e umidade relativa acima dos 30%., principalmente durante a noite.
 
Devido ao seu metabolismo, os estômatos da Cattleya walkeriana permanecem praticamente fechados durante o dia, evitando assim, a perda excessiva de água nesse período. Daí a vantagem de se molhar adubar as plantas dessa espécie principalmente no período que compreende o final do dia e começo da noite, pois além de aumentar e manter a umidade durante esse período que os estômatos estarão abertos, facilitando assim a absolvição da água e dos nutrientes.
 

Jornal do Orquidófilo - Ano I - Nº 2
http://jornaldoorquidofilo.blogspot.com.br/
Fotos : Fotografadas do jornal do orquidófilo

Fernando Terra Manzan - Uberaba-MG

Mário Sérgio Bucchianeri Cunha – Uberaba-MG

Comtinua  : A Evolução da Cattleya Walkeriana

 


 

 

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Cattleya walkeriana Gardner


Cattleya walkeriana Gardner
Por Fernando Terra Manzan e Mário Sérgio Bucchianeri Cunha
Descrita pelo botânico e médico inglês George Gardiner,  que entre 1839 e 1849, em visita feita à região diamantífera do estado de Minas Gerais, coletou plantas que vegetavam sobre árvores às margens de um pequeno afluente do Rio São Francisco para que então pudesse fazer sua descrição.
Sua descrição foi publicada primeiramente no London Journal of Botany no ano de 1843, tendo então Gardner, dedicado o nome da espécie ao fiel companheiro Edward Walker.

A Cattleya walqueriana é uma espécie com enorme área de distribuição geográfica.E habitat bastante diversificado, podendo ser encontrada vegetando tanto na forma epífita, sua maioria, como também na forma litófita ou rupícola.
Suporta grande variação de temperatura e umidade nos seus diversos habitat. Em média, as temperaturas nestes habitat ficam em torno de 32 C durante o dia, podendo ultrapassar os 40 C em alguns, e mais ou menos 5C durante a noite.
Pode ser encontrada em grande parte no estado de Minas Gerais e São Paulo. Adentrando nos estados de Goiás e Mato Grosso.
No estado de Minas Gerais, ela pode ser encontrada vegetando em diversos habitat. Na região do cerrado, ocorre como epífita em árvores de pequeno e médio porte e em matas ciliares geralmente próximas a pequenos cursos d’água. No centro-oeste do estado, pode ser encontrada como epífita ou rupícola, vegetando sobre árvores de grande porte  ou diretamente sobre as rochas.
 
Na região do Triângulo Mineiro, ocorre também em habitat caracterizados por matas de galerias, matas ciliares fechadas que margeiam principalmente pequenos curso d’água e também em árvores de médio e grande porte,  mas espaçadas e espalhadas por pequenas montanhas, em uma altitude média de 800 metros acima do nível do mar. Nas regiões onde são encontradas em matas ciliares, a umidade relativa é bastante elevada, o que proporciona plantas mais robustas.
 
Em algumas regiões do estado de Minas Gerais, podemos encontra-la dividindo hábitat com a Cattleya bicolor, resultando no híbrido primário chamado joaquiniana.
No estado de São Paulo também pode ser encontrada em regiões e cerrado, vegetando principalmente, próxima a cursos d’água. Também pode ser encontrada a nordeste do estado, vegetando em sua maioria na forma rupíola.
É também no estado de São Paulo, em alguns pontos na divisa com o estado de Minas Gerais, que a Cattleya walkeriana divide seu habitat com a Cattleya loddigesii, dando origem ao famoso híbrido natural, denominado Cattleya dolosa.
Já no estado de Goiás e Mato Grosso, geralmente são encontradas em região com altitude mais elevadas, em sua maioria de pequeno a médio porte, principalmente sobre ipês. Nestes estados, principalmente no estado de Goiás, a umidade relativa é mais baixa, principalmente no período da seca, a luminosidade é intensa, e tempetaruras algumas vezes ultrapassando os 40 C, o que proporciona uma maior desidratação das plantas.
No estado de Goiás, onde existem vários focos da ocorrência da Cattleya walkeriana e da Cattleya nobilior dividindo o mesmo habitat, podemos encontrar grandes populações da Cattleya mesquitae, híbrido rpimário entre as duas espécies.
 
Em sua maioria, são em pequenos pseudobulbos que surgem os botões, em hastes com altura média de 6  centímetro, podendo também, em Alguns  casos, florescer na parte superior do pseudobulbo, ou seja, na base da folha.
É no início do mês de abril que começam a florescer, atingindo seu ápice no mês de maio. A Cattleya walkeriana geralmente porta por haste duas ou três flores com mais de 8 cm de diâmetro, bastante substância e perfume bem característico, podendo durar até 30 dias floridas.

FICHA TÉCNICA

Rizoma forte, rastejante e de crescimento desordenado, emite raízes vigorosas e possuem medidas que variam entre 0,4 e 0,8 cm de diâmetro 1,0 a 2,0 cm de comprimento entre os bulbos.
Planta de pequeno porte, com pseudobulbos de formato arredondado até fusiformes, altura variando entre 3,0 a 12,0 cm.e 1,0 a 4,0 cm de diâmetro. Possuem dois internódulos, o primeiro na parte com maior diâmetro no bulbo, geralmente pouco abaixo do meio, e um segundo pouco acima das gemas. São algumas vezes sulcados, principalmente quando mais velhos e possuem colorido que pode variar entre o verde amarelado e o verde bronzeado.
Geralmente possui uma única folha, podendo em alguns casos, apresentar duas folhas, de forma arredondada até lanciolada, muito rígidas, principalmente quando mais velhas. Podem variar entre os 4,0 e 15,0 cm de comprimento e de 3,0 a 6,0 cm de largura, apresentando colorido que vai do verde-amarelado ao verde escuro.

Jornal do Orquidófilo - Ano I - Nº 2
http://jornaldoorquidofilo.blogspot.com.br/
Fotos : Fotografadas do jornal do orquidófilo
Fernando Terra Manzan - Uberaba-MG
Mário Sérgio Bucchianeri Cunha – Uberaba-MG
 
Continua com :  Variação de colorido  dentro da espécie Cattleya walkeriana

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Myoxanthus lonchophyllus- Microorquídea com flor de 1,0 cm.

Algumas das espécies brasileiras mais comuns, das matas secas do interior do sudeste, como o Myoxanthus lonchophyllus, possuem anteras com extremidades recobertas de pilosidades.
Myoxanthus lonchophyllus do blogdabeteorquideas



Myoxanthus lonchophillus
Ex Chaetocephala lanchophylla
Espécie epífita com rizona fino e cilíndrico bastante rastejante. A cada dois ou três surge um pseudobulbo fino e cilíndrico, de 15 cm de altura, portando uma única folha, estreita coriácea e acuminada, em cujas hastes surgem pequenas que se abrem sucessivamente. Flor de 1 cm de diâmetro com pétalas e sépalas amarelo-bronzeadas e labelo trilobado, com lóbulos bastante pontudos de cor marrom-escuro. Floresce no inverno.
Revista  O Mundo das Orquídeas – Ano 2 – Nº 8
Foto e cultivo : Elisabete Delfini

 

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Dryadella litoralis - Microorquídea com aprox. 1,0 cm

Dryadella gênero de mini orquídea, anteriormente incluídas no gênero Masdevallia. Podem ser facilmente cultivadas de crescimento cespitoso, em regra habitam em florestas úmidas e sombrias.
Dryadella litoralis do blogdabeteorquideas





terça-feira, 16 de abril de 2013

Anathallis obovata - Microorquidea - Flor com aprox. 0,3 cm

Orquídea de crescimento cespitoso, distribuídas do México ao sul do Brasil em florestas sombrias ou abertas, úmidas ou  mais secas. Antes  classificadas como Pleurothallis. O Nome vem do grego anathallos que significa desprovido de ramificações.
Anathallis obovata do blogdabeteorquideas




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