quinta-feira, 30 de maio de 2013

Physosiphon deregularis

Esta é a primeira pequena que não consegui registrar as flores, vi a haste, mas no dia que peguei para fotografar já estava com as
cápsulas.

Pleurothallis deregularis, Stelis deregularis, Physosiphon spiralis, microorquidea

 O nome vem do grego physosiphon, cujo significado é tubo em formato de bexiga, uma referência ao tubo formado pelas sépalas de suas flores.

Suas espécies ocorrem desde o México até o Peru e Equador.

A principal característica que distingue este gênero de Pleurothallis ou Stelis está nas sépalas de suas flores, concrescidas até a metade de seu comprimento, formando um largo tubo, de modo que as flores se assemelham às Masdevallia da subsecção Tubulosae.
As vegetação das plantas parece-se com a de Stelis. A inflorescência é alongada, racemosa, multiflora, com flores que se abrem simultâneamente.

Origem : Wikipédia, a enciclopédia livre

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Anathallis obovata

Quando floresceu em abril, fiquei um pouco triste pois, não dava para comparar com a de 2012
mas agora em maio ela caprichou, todas as folhas com flores. Uma belezinha.
Pleurothallis obovata, Pleurothallis densiflora, Pleurothallis micrantha, Anathallis densiflora, Anathallis micrantha

Pleurothallis obovata, Pleurothallis densiflora, Pleurothallis micrantha, Anathallis densiflora, Anathallis micrantha



 
Anathallis
 é um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae). O gênero Anathallis foi proposto por João Barbosa Rodrigues, em 1877, publicado em Genera et Species Orchidearum Novarum 1: 23. Garay designou como seu lectótipo a Anathallis fasciculata descrita por Barbosa Rodrigues, em Orquideología 9: 122, geralmente considerada sinônimo da Anathallis obovata.

O nome vem do grego anathallos, que significa desprovido de ramificações.

São plantas de caule monofoliado ereto, pelo menos tão longo quanto as folhas, excetuadas uma poucas espécies menores, de transição com Panmorphia, cuja constituição é mais delicada. As folhas são coriáceas, mais ou menos elípticas, algumas vezes alongadas. Apresentam uma ou várias inflorescências por ramicaule, sempre brotanto de seu ápice, junto à base da folha, eretas ou arqueadas, curtas ou alongadas, com muitas flores que abrem simultaneamente.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Pleurothallis alligatorifera

Epífita encontrada no sudeste do Brasil, fácil cultivo em locais sombrio, haste floral alcançando 30 cm  de comprimento com flores espaçadas de 1,25 cm, floresce de maio a julho.
Pabstiela alligatorifera , Acianthera alligatorifera, Specklinia alligatorifera

Pabstiela alligatorifera , Acianthera alligatorifera, Specklinia alligatorifera



segunda-feira, 27 de maio de 2013

Capanemia micromera

Espécie cujas plantas quando sem flor são muito confunfidas com as plantas dos Pleurothallis e das Masdevallias.
Capamenia lossiana, Capanemia riograndensis, Capanemia australlis

Capamenia lossiana, Capanemia riograndensis, Capanemia australlis


De crescimento baixo e rizoma fino e rastejante. Pseudobulbos finos, coberto de brácteas palhosas de cor marrom, encimadas por folha verde-brilhante fina e espatulada. Hastes florais unifloras, apresentando curiosa flor pontuda e arqueada, parecendo um pequeno e largo bico de pássaro. Possui duas aberturas laterais que permitem a entrada do inseto polinizador no seu interior. Floresce em março/maio.
Revista O Mundo das Orquídeas – Ano 2 Nº 3
Foto e cultivo : Elisabete Delfini

ORQUÍDEAS - "BOAS IDÉIAS"

domingo, 26 de maio de 2013

Laelia anceps

Espécie epífita com pseudobulbos de 10 cm de altura, ligeiramente triangulares sustentando uma ou duas folhas de 15 cm de comprimento e consistência coriácea.
Cattleya anceps, Amalia anceps, Bletia anceps

Cattleya anceps, Amalia anceps, Bletia anceps




Inflorescência roliças com até 40 cm de altura, portando de uma a cinco flores. Flor de 10 cm de diâmetro com pétalas e sépalas rosadas oi púrpura. Labelo púrpuro intenso com fauce amarela e veias avermelhadas. Sua cultura exige muita luminosidade e locais frescos. Floresce de junho a agosto. Vive nas cordilheiras do México. Messrs Loddiges foi a primeira a leva-la do México para a Inglaterra. Em 1835 foi descrita por John Lindley no Botanical Register.
Rivesta O Mundo das Orquídeas – Ano 4 Nº 27

sábado, 25 de maio de 2013

Acianthera luteola

Epífita de pequeno porte e muito florida, de crescimento meio rastejante.
Pleurothallis luteola , Pleurothallis subcordifolia, Pleurothallis fragilis

Pleurothallis luteola , Pleurothallis subcordifolia, Pleurothallis fragilis


Rizoma fino, cilíndrico e ramificado, do qual a 5 ou 10 cm surge uma haste coriácea e cilíndrica portando uma folha verde-clara, ovalada e mio pontuda, de consistência carnosa. Hastes florais aparecem das bases das folhas que voltam a aparecer também nas folhas mais velhas. Flor amarelo-ouro, de 3 mm de diâmetro. Labelo com mácula marrom no seu centro. Suas flores são bastante duráveis e floresce na primavera.
Revista O Mundo das Orquídeas – Ano 2 – Nº 6
Foto e cultivo : Elisabete Delfini

Acianthera luteola ainda florindo
 
 
"O PODER TERAPÊUTICO DO EPIDENDRUM MOSENII"

Pleurothallis quadrifida-Flores com 1cm.

Stelis quadrifida, Specklinia quadrifida, Anathallis racemiflora, Speklinia racemiflora, Anathallis quadrifida

Stelis quadrifida, Specklinia quadrifida, Anathallis racemiflora, Speklinia racemiflora, Anathallis quadrifida



quarta-feira, 22 de maio de 2013

Cattleya loddigesii


Espécie bastante cultivada pelos orquidófilos brasileiros. Vegeta em matas úmidas e margens de rios em Minas Gerais e São Paulo.
Cattleya loddigesii do blogdabeteorquideas



 
 Planta com pseudobulbos roliços de 30 a 50 cm de altura portando duas folhas coriáceas. Flores de 10 cm de diâmetro de cor róseo-lilás, largas e labelo trilobado. Lóbulos laterais arredondados e ondulados; lóbulo frontal cor ametista-pálido com amarelo na base. Existem magníficas variedades albas, caeruleas, estriatas, pintalgadas. Destaque especial para a alba cujo clone chama-se “Morning Star”. É de fácil cultura. Floresce entre junho e agosto.
Revista O Mundo das Orquídeas Nº 1
Foto e cultivo : Elisabete Delfini

terça-feira, 21 de maio de 2013

Acianthera prolifera

Espécie rupícola ou terrestre com curioso crescimento rastejante, formando verdadeiros tapetes sob árvores de matas ralas, com regular luminosidade. Rizoma fino e que se ramifica com facilidade.
Pleurothallis prolifera, Pleurothallis lithophila

Pleurothallis lithophila, Pleurothallis prolifera







Folhas de 5 cm de altura, espatuladas, arredondadas ou em forma de pequeno coração, côncavas e coriáceas, de cor verde bronzeado. Na base de curto pedúnculo, apresentam escapos florais curtos, com três a cinco flores. Flor de 3 cm de diâmetro, com seus segmentos de cor púrpura-escuro. Voltam a florescer também dentro das folhas velhas. O nome da espécie deriva da curiosidade de lançar minúsculas mudas no mesmo local, onde, por diversas vezes, aparecem flores. Floresce na primavera. Seus habitats são em Minas  Gerais e Espírito Santo.
Revista O Mundo das Orquídeas – Ano 3 nº 12
Foto e cultivo : Elisabete Delfini

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Acianthera rostellata

Acianthera rostellata é uma espécie de orquídea (Orchidaceae) originária dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, Brasil, antigamente subordinada ao gênero Pleurothallis.
Pleurothallis  rostellata

Pleurothallis rostellata



Trata-se de pequena planta reptante, com folhas paralelas ao substrato, mais ou menos do porte e aparência da Acianthera recurva, porém com folhas mais acanoadas, mais duras, e levemente cordiformes, com superfície áspera intensamente rugosas ou verrucosa, e inflorescência curta com cerca de três flores creme miudamente pintalgadas de púrpura. A Acianthera enianthera descrita em 2012 é seu sinônimo.

Wikipédia, a enciclopédia livre.
Foto e cultivo : Elisabete Delfini
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