sexta-feira, 28 de junho de 2013

Alguns cuidados ao adquirir uma planta


ALGUNS CUIDADOS AO ADQUIRIR UMA PLANTA
Ao escolher uma planta, deve-se em primeiro lugar, olhar para seu estado geral, ou seja, se está viçosa, sem manchas nas folhas, pois ao comprar uma orquídea, já plantada há um certo tempo, muitas vezes coberta de musgo, você pode estar levando para casa, como brinde, as seguintes dores de cabeça:
LESMA, CARACOIS , TATUZINHOS
Lesma, caracóis , tatuzinhos nematoides, cochonilhas em raízes, folhas e pseudobulbos; fungos e/ou bactérias. Os cuidados abaixo, poderão livrar você desses hóspedes indesejáveis.
Se puder desenvasar, podem ser eliminados por catação manual, não esquecendo os ovos, caso existam. Os ovos de lesma são esferas transparentes que chegam a atingir 3mm de diâmetro.
Se o desenvasamento for difícil, um, outro meio é imergir o vaso, por cerca de duas horas, num recipiente com água suficiente para atingir a borda do vaso. Como os bichos terão que subir para respirar, poderão facilmente ser eliminados. Atenção para não encostar o fundo do vaso no fundo do recipiente, pois, muitas vezes, assim como o furo do vaso é o caminho de entrada, é também o caminho de saída dos bichos. Como podem ainda existir ovos, é preciso repetir o processo algumas vezes a cada semana.
COCHONILHAS
Podem hospedar nas raízes ou no verso das folhas ou ficarem escondidas entre as palhas secas que cobrem o pseudobulbo. Parece um pó branco, mas, na verdade, são bichinhos de alguns milímetros que vão sugando a seiva da planta, deixando a região toda amarelada. Se não for combatida a tempo, esta parte da planta estará perdida. Detectado o problema, faça uma limpeza manual , retire as partes secas e faça desinfecção, como está explicado no final do capítulo.
NEMATÓIDES
Causam estragos que, a curto ou longo prazo, levam a planta à morte. A reação contra os nematoides varia de planta para planta. Ela pode até não morrer, se as condições lhe forem favoráveis, mas ficará raquítica e não dará flores.
Segundo os especialistas, existem cerca de 5.000 espécie de nematoides parasitos de plantas. Os mais comuns em orquídeas tem aspecto de lombriga, cor branca e tamanho da ordem de décimos de mm e, quando  colocados sobre uma lâmina de um microscópio de baixo aumento com uma gota d’água, serpenteiam, como minhocas. Outros tem anéis e se movem esticando e se encolhendo, como lagartas.
Eles atacam qualquer parte da planta, mas, em geral, iniciam seu ataque pelas raízes que começam a apodrecer.
Se as condições forem favoráveis para os nematoides(muita umidade)., todas as raízes irão apodrecer em curto espaço de tempo. Do contrário, têm a capacidade de entrar em dormência por meses ou até anos.
Esta podridão é distinguível da podridão negra( causada pelo fungo Pythium),  porque o ataque do nematoide para quando atinge o ceme duro, enquanto que o Pythium avança pelo rizoma até o pseudobulbo em questão de dias. Mais ainda, o broto ou pseudobulbo atacado por nematoide fica mole e aquoso, enquanto que o atacado pelo fungo Pythium não perde a consistência.
Se você notar mancha negra ou marrom, começando em geral pelo rizoma ou pseudobulbo, é podridão negra. Corte imediatamente a parte afetada e tente salvar o resto.
Um nematoide fêmea , parasito de plantas, tem uma postura de cerca de 1.000 ovos, de modo que a proliferação é intensa. Através de respingos de água eles se espalham pela vizinhança. Se atingem um broto, este apodrece. Não é incomum que até o cálice entre as folhas tenras superiores de uma Vanda(que, em geral, é alta) apodreçam infectados por nematoides.
É importante não esquecer jamais de desinfectar o instrumento cortante. O meio mais prático é flambar com uma chama que pode ser até de um isqueiro. Para ter certeza de que a chama atingiu 100 graus centigrados, o instrumento deve chiar ao ser imerso na água. Um outro meio prático de flambar é adquirir uma maçarico portátil com magiclick que é vendido em lojas de ferragens. Há vírus que suportam temperaturas de 92 graus durante vários minutos. Se uma raiz tiver uma parte escura e outra branca, os nematoides podem estar ativados neste ponto de transição. Espremendo este ponto e examinando num microscópio de baixo aumento pode-se detectar nematoides no caldo.
DESINFECÇÃO PREVENTIVA DA PLANTA
Uma outra maneira bem mais prática é fazer uma desinfecção preventiva da seguinte maneira: Em 1 litro de água, com pH entre 5 e 6, dilua um inseticida nematicida de amplo de amplo espectro com qualquer fungicida e borrife toda a planta, , jorrando no substrato até escorrer pelo fundo . Este processo elimina caramujo, caracol, tatuzinho, nematoide, cochonilha de raízes, alguns fungos, como a Rhyzoctonia solani que também é responsável pela podridão das raízes(quando a podridão avança pelo rizoma a causa é este fungo e não nematoide).
pH é o grau de alcalinidade ou acidez da água. O melhor é ter uma água com um grau de acidez menor que 7. Há defensivos agrícolas  que, se diluídos em água de torneira (pH maior que7), têm a vida média de 10 minutos, enquanto que, se forem diluídos em água com pH entre 5 e 6, permanecem ativos durante 30 minutos. Por isso é importante saber qual o pH de sua água.
Manual de cultivo da AOSP – Nº 1

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Acianthera saundersiana variedade 1

Flor com 1 cm
Acianthera saundersiana variedade 1 do blogdabeteorquideas

Acianthera saundersiana variedade 1 do blogdabeteorquideas





Acianthera saundersiana é uma espécie de orquídea epífita, família Orchidaceae, que existe em praticamente todos os estados da Mata Atlântica no Brasil e na Bolívia, Argentina, Peru e Paraguai. São plantas reptantes robustas cujo comprimento dos caules e rizomas é variável bem como a largura das folhas. Suas flores são igualmente variáveis. Podem ser inteiramente verdes ou com detalhes púrpura. A sépala dorsal costuma ser transparente com três listas púrpura na base e é mais espessa e púrpura no terço apical. As pétalas são lanceoladas, sempre translúcidas, com três linhas púrpura, o labelo é verrucoso, estreito, onde predomina o púrpura.
Origem: Wikipedia , a enciclopédia livre

terça-feira, 25 de junho de 2013

Octomeria diaphana

 
Pleurothallis diaphana, microorquidea
 
Pleurothallis diaphana, microorquidea




 
 

 
Octomeria diaphana

Pequena espéce epífita com caules finos de 10 cm de altura, recobertos por brácteas e encimados por folhas rígidas e lanceoladas. Escapo florais curtos, que surge na base das folhas, com uma ou duas flores. Elas aparecem também, por vários anos, nas folhas velhas. Flor de 1 cm de diâmetro, com pétalas e sépalas pontudas. Flor estrelada de cor branco cintilante. Labelo diminuto e pontiagudo, branco, com centro de cor púrpura. Vegeta nas Serras do Mar e da Mantiqueira. Floresce mais de uma vez ao ano.
Revista O Mundo das Orquídeas – Ano 2 nº 8

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Microlaelia lundii suave


Laelia lundii, Bletia lundii, Sophronitis lundii, Microlaelia lundii

Laelia lundii, Bletia lundii, Sophronitis lundii, Microlaelia lundii



Microlaelia lundii
Espécie epífita que vegeta sempre em clima quente e em beiras de rios ou lagos. Planta pequena com pseudobulbos roliços de 3 cm de altura, que surgem de rizoma rastejante e fino. No ápice dos pseudobulbos nascem duas folhas de 10 cm de comprimento, finas, carnosas e fortemente caniculadas. Hastes florais com uma ou duas flores de 2 cm de diâmetro, bastante estreladas. Pétalas e sépalas brancas. Labelo arredondado e encrespado, de cor púrpura. A flor parece uma Laelia purpurata em miniatura. Existem diversas variedades como alba, concolor e delicata. Floresce entre junho e agosto.
Revista O Mundo das Orquídeas – Nº 2 – Ano 7

domingo, 23 de junho de 2013

Como manter as orquídeas no inverno ?


COMO MANTER AS ORQUÍDEAS NO INVERNO?

São necessários cuidados especiais nesta época do ano, pois o vento frio é o inimigo número um dessas flores, ao contrário da chuva que antecedem o período de estiagem.

Especialmente entre junho e agosto temos uma variação climática e de temperaturas muito grande, principalmente em São Paulo e na região Sul do País. O vento frio é o inimigo número um das orquídeas, ao contrário das chuvas que antecedem o período de estiagem. Embora muitos pensam que as chuvas não são propícias ao cultivo de orquídeas nesse período, elas são muito benéficas, pois evitam que as fiquem secas e sofram a baixa umidade atmosférica.
Além dos cuidados preventivos de combate às pragas corriqueiras, o trabalho com as plantas, nesse período, não é muito extenso, já os cortes e replantes das orquídeas ficam suspensos até o fim de agosto.

BAIXAS TEMPERATURAS

Quando o cultivo for amador e não houver estufa para a cultura das plantas, é aconselhável recolhê-las para o interior da residência, principalmente as precedentes de regiões mais quentes, que dificilmente se adaptam às noites frias.
É bom lembrar, ainda, que os Dendrobiuns, especialmente os do grupo ”Nobile” ou “olho de boneca”, como são popularmente conhecidos, devem receber somente leves pulverizações e regas normais, para prevenir o aparecimento de mudas vegetativas no lugar de botões floridos. A mesma dica vale pra seus híbridos.
O gênero, oriundo da Ásia, da Tailândia e da Índia, cresce em árvores desde as planícies até as frias montanhas do Himaláia, a 1.400 metros. consideradas extremamente resistentes, os Dendrobiuns dessas regiões sobrevivem a uma forte variação de temperatura, que vão desde o intenso calor às geadas. . Quanto mais secas, as espécies podem sobreviver a temperatura de 1º a 2ºC, e ainda florescer em setembro.

APÓS INVERNO

Superada a fase de inverno, é hora de iniciar a adubação com adubo nitrogenado, mas só quando derem os primeiros sinais de vegetação. O nitrogênio é elemento essencial para o crescimento da planta, estando presente na formação da clorofila e na síntese das proteínas.
Um bom produto para ser utilizado na pulverização das plantas, nessa época, é a uréia. Deve-se pulverizá-la, portanto, na proporção de um grama por litro (1/1000) e observar os efeitos imediatos, principalmente em plantas enfraquecidas ou com folhas amareladas.
Esse também é o período mais indicado para dar início à preparação dos materiais, que servirão para os futuros replantes da próxima primavera.

PRINCIPAIS DICAS

REGAS

A água é o fator de maior importância no inverno. Com dias mais curtos e frios, a água tende a demorar mais para secar e, com isso, pode ocasionar a proliferação de fungos e bactérias. Como as estão com o metabolismo muito baixo, elas absorvem menos água e não necessitam ficar molhados por muito tempo, o que reduzir ao máximo as regas, chegando a ficar muitos dias sem precisar delas. Muitas orquídeas resistem a longos períodos secos nessa época fria, mas é importante lembrar que elas são sensíveis às correntes de ar de baixa temperatura. Na dúvida, procure se informar sobre o habitat, para certificar-se até que ponto elas podem resistir.

TEMPERATURA

Em geral, os pseudobulbos que crescem na primavera e no verão é amadurecido no outono, requerem quase um mês de baixas temperaturas noturnas. Por isso, quando as noites se tornam mais frias, é desaconselhável levar as plantas para uma estufa de imediato, a menos que haja previsão de geada. Deixe-as do lado de fora, no frio, e elas florescerão melhor. Quando em plena florescência, as flores durarão mais se mantidas em local frio, seco e longe da incidência direta da luz solar. A temperatura noturna ideal é de 5ºC a 10ºC.

LUMINOSIDADE

Por ser um país tropical, raramente existem problemas com insuficiência de luminosidade no Brasil é termos excesso de luz. Porém muita luz atrapalha o trabalho da clorofila, e os brotos novos endurecem e param de crescer. As folhas e os pseudobulbos podem ficar amarelos e sofrer queimaduras, caso exposta ao sol, causando sérias feridas que dão margem aos fungos e às bactérias, podendo até morrer.
A falta de luminosidade enfraquece as folhas e os pseudobulbos, inibindo a floração e causando doenças. Para verificar a quantidade de luz necessária, basta observar a cor das folhagens. Se elas apresentam um tom de alface, indica que a claridade existente é a ideal; caso o verde seja mais escuro, tendendo para o verde garrafa, há insuficiência de luz. E se tiverem ainda um tom verde amarelado, certamente há excesso.
Algumas espécie gostam de mais luminosidade no inverno e mais proteção no verão como, por exemplo, os Oncidiuns. A simples troca de lugar do vaso, mesmo que por alguns centímetros, possibilita maior ou menor incidência de luz, podendo influenciar no aspecto de floração das plantas.

FERTILIZAÇÃO

Para as plantas adultas, o ideal é um fertilizante fraco em nitrogênio. Outra recomendação é evitar a fertilização após o mês de fevereiro, o que garante uma boa floração. Plantas pequenas, cultivadas onde a temperatura de inverno costuma ser abaixo de 7ºC, exigem um fertilizante com alta porcentagem de nitrogênio, mas somente quando o termômetro se elevarem a 15ºC ou mais – nos meses de setembro e outubro. Caso a temperatura noturna seja superior a 10ºC, comece a fertilizar no mês de julho.
Porque algumas vezes a orquídea não dá flor? As principais causas podem ser o excesso ou a falta de água, de adubo ou de iluminação, além de temperatura constantemente em excesso (o ideal é quente durante o dia, pela maior incidência do sol e mais amena durante a noite.

Por Vanessa Moura e José Antônio Endsfelz

Revista O mundo das Orquídeas –Ano 11 - nº 55

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Brasiliorchis picta

Maxillaria picta, Maxillaria punctata, Maxillaria rupestris

Maxillaria picta, Maxillaria punctata, Maxillaria rupestris



Brasiliorchis picta

Espécie que vegeta em quase todo o Brasil, principalmente nas serras litorâneas, sobre árvores, detritos ou barrancos de terra. Pseudobulbos ovoides, sulcados e agrupados, de 5 cm de altura, portando duas folhas liguladas e obstusas de 25 cm de comprimento.. Escapos florais uniformes, que surgem da base dos  pseudobulbos. Flor de 4  cm de diâmetro, com pétalas e sépalas de cor palha claro, salpicados de carmesim no seu lado exterior(pintas mais agrupadas do que de outras espécies do gênero, formando pequenos anéis) e labelo interior amarelo forte. Labelo curto, ligulado, de cor branca, com base interior púrpura escuro. Floresce na primavera/verão.
Revista O mundo das orquídeas – Ano 3 nº 9

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Cattleya trianaei concolor "Tsubota"




Cattleya trianaei concolor "Tsubota" do blogdabeteorquideas


Cattleya trianaei concolor "Tsubota" do blogdabeteorquideas





 

Cattleya trianae concolor 'Tsubota'
Espécie epífitas com pseudobulbos altos, folhas compridas, estreitas e crescimento ereto. Inflorescência com 2 ou 3 flores de 20 cm de diâmetro. A variedade amesiana possui pétalas e sépalas brancas suavemente tintas com nuances róseas. A Superfície anterior do labelo tem mancha irregular róseo-clara ou róseo-carnea. A Fauce do Labelo é amarelo vivo. Sua cultura exige período de repouso bem pronunciado até que os botões saem da espata. Floresce entre junho e agosto. ´E nativa da Colômbia. Jean Linden e H.G. Reichenbach a descreveram. Pertencem ao grupo das C. Labiatas.


Revista O Mundo das Orquídeas – Ano 4 Nº 23

terça-feira, 18 de junho de 2013

Encyclia patens

 
Encyclia patens do blogdabeteorquideas

Encyclia patens do blogdabeteorquideas



Encyclia Patens

Vigorosa espécie epífita com pseudobulbos ovoides alongados, de 10 cm de altura, com folhas estreitas e lanceoladas de até 80 cm de comprimento. Inflorescência ramificadas de até um m de altura portando dezenas de flores. Flor  com pétalas e sépalas oblongo-espatuladas de cor esverdeada. Labelo tri lobado amarelado levemente salpicado de marrom-avermelhado. Seus lóbulos laterais são alongados, obtusos e menores que o lóbulo central. As flores têm delicado perfume durante o dia. Floresce na primavera.

Revista O Mundo das Orquídeas – Ano 2 – Nº 5

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Novas aquisições - Parte 2

Bulbophyllum regnelli
                                                                  Ponera striata
 
Oncidium pulvinatum
                                                        Dendrochilum gracile
                                                           Hoffmanseggella mileri
                                                        Pleurothallis cardioglossa
                                                 Microlaelia lundii suave
                                                  Maxillaria - Bulbophyllum-Acianthera

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