quarta-feira, 31 de julho de 2013

Pleurothallis crenata


Specklinia crenata, Stelis crenata

Specklinia crenata, Stelis crenata, Hulboldtia crenata, Specklinia henrique-aragoni





Pleurothallis crenata Lindl., Gard. Chron. 1846: 207 (1846).
Humboldtia crenata (Lindl.) Kuntze, Revis. Gen. Pl. 2: 667 (1891).
Stelis crenata (Lindl.) Pridgeon& M.W.Chase, Lindleyana 16: 262 (2001).
Specklinia crenata (Lindl.) Luer, Monogr. Syst. Bot. Missouri Bot. Gard. 95: 259 (2004).
Pleurothallis henrique-aragonii Pabst, Bradea 1: 488 (1975).
Specklinia henrique-aragonii (Pabst) Luer, Monogr. Syst. Bot. Missouri Bot. Gard. 95: 261 (2004).

terça-feira, 30 de julho de 2013

Ceraia tenella - Dendrobium tenellum

Referência tamanho da flor : Moeda de 10 centavos.
Dendrobium tenellum, Aporum tenellum, Callista tenella,Ceraia setifera, Onychium tenellum

Dendrobium tenellum, Aporum tenellum, Callista tenella,Ceraia setifera, Onychium tenellum





Ceraia tenella(Blume) M.A.Clem. 2003

é uma espécie de orquídea de flores pequenas que duram muito pouco, mas que floresce diversas vezes ao ano, nativa de Java.
Dendrobium tenellum
Callista tenella
Aporum tenellum
Onychium tenellum
Dend. tenellum var. setifolium
Ceraia setifera
Origem: Wikipédia; a enciclopédia livre

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Octomeria octomeriantha

   Octomeria octomeriantha (Hoehne) Pabst, Bradea 1: 180 (1972).
 Esta bonita e transparente, foi uma troca que fiz, veio com apenas duas folhinhas, continua com as duas  e as duas floriram.
Referência tamanho da flor : Moeda de 10 centavos.
Octomeria elobata, Pleurothallis octomeriantha

Octomeria elobata, Pleurothallis octomeriantha



 
Algumas espécies de Octomeria são muito similares a espécies incluídas nos gêneros Myoxanthus e Anathallis, dos quais são diferenciadas principalmente pelo número de políneas,
Octomeria octomeriantha (Hoehne) Pabst, Bradea 1: 180 (1972).
 * Pleurothallis octomeriantha Hoehne, Bol. Mus. Nac. Rio de Janeiro 12(2): 24 (1936).
Octomeria elobata Schltr. ex Pabst, Contr. Fl. Paraná 6: 11 (1956).

domingo, 28 de julho de 2013

Gomesa crispa


Gomesa undulata Hoffmanns , Rodriguezia crispa, Odontotoglussum crispatulum

Gomesa undulata Hoffmanns , Rodriguezia crispa, Odontotoglussum crispatulum


Gomesa crispa (Lindl.) Klotzsch ex Rchb.f., Bot. Zeitung (Berlin) 10: 772 (1852).

Espécie epífita, com pseudobulbos alongados e lateralmente achatados, sustentando duas ou três folhas liguladas ou oblongas. Inflorescência de 20 cm de comprimento, curvadas para baixo e com muitas flores densamente agrupadas. Flor pequena, , verde-amarelada. Pétalas e sépalas obtusas e onduladas, sendo as pétalas laterais concrescidas na base. Labelo oblongo, com duas  cristas obtusas e margens finamente crenuladas, indo da base até perto do labelo. É de cultura simples em locais sombreados, requer abundantes regas quando está vegetando e relativa seca na floração. Floresce de junho a agosto.

Gênero classificado por R. Brow, em 1815. Tem 23 espécies. Nome dado em homenagem ao Dr.Bernardino Antonio Gomes, físico e botânico naval português que escreveu um livro sobre plantas medicinais brasileiras. As plantas do gênero são muito semelhantes e é praticamente impossível distinguir as espécies fora da época de floração.

Revista O mundo das Orquídeas – Ano 2 nº 4

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Gomesa crispa (Lindl.) Klotzsch ex Rchb.f., Bot. Zeitung (Berlin) 10: 772 (1852).

 * Rodriguezia crispa Lindl., Edwards's Bot. Reg. 25(Misc.): 86 (1839).

Odontoglossum crispatulum Rchb.f., Ann. Bot. Syst. 6: 853 (1864).

Gomesa undulata Hoffmanns., Verz. Orchid.: 52 (1842).
http://www.orchidstudium.com/

sábado, 27 de julho de 2013

Onde Cultivar Orquídeas


TELADOS

As telas plásticas servirão, sem dúvida, para resolver com vantagens o cultivo de nossas plantas em locais mais adequados.
A altura do telado ideal deve estar entre 3 e 4 metros, usando-se a graduação da luminosidade da tela de conformidade com a região onde iremos cultivar as plantas.
Lateralmente, esses telados deverão ser fechados com plásticos transparentes até uma altura de 2 metros, evitando-se o vento que é prejudicial as plantas. Ele também evita a entrada de insetos e pequenos animais.
As bancadas deverão ter 1 metro de altura, com intervalos suficientes para circulação de pessoas.

ESTUFAS

Existem plantas que necessitam de ambientes mais quentes e, por isso necessitam de estufas para sua cultura.
No Brasil, pais tropical e subtropical na maior parte de sua área, a cultura não exige estufas, com exceção dos estados do Sul, onde o inverno é rigoroso.
As vantagens das estufas são o controle de temperaturas, regas, luminosidade e umidade mais estáveis.
Sua cobertura poderá ser de vidro ou plásticos pintados com cal ou látex branco. É muito importante o controle de ventilação dentro das estufas, além da temperatura e umidade ambiente.
Nunca construa uma estufa de pequenas dimensões, pois estará construindo pequenos fornos para as plantas. Uma estufa muito quente propicia o aparecimento de pragas e doenças.
É conveniente abrir vão ou janelas mas paredes laterais para ventilação.

ÁRVORE VIVA

Esse tipo de cultura priva o orquidófilo de levar as plantas floridas para dentro do ser lar, ou mesmo de exibi-las em exposições.
Em compensação, é o meio de cultura mais fácil, pois não requer transplantes nem regas, apenas periódicas desinfecções.
Para esse tipo de cultivo escolha árvores que tenham troncos com casa rugosas e que percam as folhas no inverno. Dessa maneira, as plantas receberão mais luz nesse período em que a insolação é mais branda.
Instale as plantas com ráfia ou barbante de algodão. Quando apodrecerem, a planta já se encontrará enraizada.
Em regiões de muita poluição ou poeira esse tipo de cultura não é recomendado.

CULTIVO EM JANELA DE CASAS E APARTEMENTOS

Para esse tipo de cultura o orquidófilo deverá ser muito observados, corrigindo seus eventuais erros culturais.
Cultive sobre uma mesa ou prateleira, posta de frente para a janela ensolarada, protegida do lado de fora por tela plástica, cortando 50% da luz. As plantas deverão receber um sol peneirado das 10 às 15 horas. Para crescer e florescer, as plantas precisam de luz. Prefira a janela do banheiro por causa da umidade.
A temperatura ideal para a cultura é entre 15 e 25 graus centígrados, mas elas podem suportar, por períodos curtos, temperaturas mais baixas.
As regas e umidade ambiente deverão ser controladas com bandejas com pedriscos onde coloca-se água. Os vasos não deverão entrar em contato direto com a água.
Ao comprar plantas consulte um orquidófilo mais experiente para lhe orientar sobre quais gêneros de plantas poderão ser cultivadas nesses locais. Seja persistente, pois esse tipo de cultura
é mais difícil.

Revista O Mundo das Orquídeas – Nº 2 - Ano 2

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Guarianthe aurantiaca -Cattleya aurantiaca

Guarianthe aurantiaca (Bateman ex Lindl.) Dressler & Higgins, Lankest. 7: 38 (2003).

Cattleya aurantiaca, Epidendrum aurantiacum,  Laelia aurantiaca, Amália aurantiaca,

Cattleya aurantiaca, Epidendrum aurantiacum,  Laelia aurantiaca, Amália aurantiaca,



Guarianthe é um género botânico pertencente à família das orquídeas (Orchidaceae) com habitat nas florestas tropicais da América Central e norte da América do Sul. Foi separada das Cattleya com base nos estudos filogenéticos do código do DNA.
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Guarianthe aurantiaca (Bateman ex Lindl.) Dressler & Higgins, Lankest. 7: 38 (2003).
Epidendrum aurantiacum Bateman ex Lindl., Edwards's Bot. Reg. 24(Misc.): 8 (1838).
Cattleya aurantiaca (Bateman ex Lindl.) P.N.Don, Florist's J. 1840: 185 (1840).
Amalia aurantiaca (Bateman ex Lindl.) Heynh., Alph. Aufz. Gew. 2: 29 (1846).
Laelia aurantiaca (Bateman ex Lindl.) Beer, Prakt. Stud. Orchid.: 208 (1854).
Broughtonia aurea Lindl., Edwards's Bot. Reg. 26: t. 19 (1840).

Ehttp://www.orchidstudium.com/pidendrum aureum (Lindl.) Lindl., Fol. Orchid. 3: 4 (1853).

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Cryptophoranthus minimus

Pleurothallis minimifolia, Acianthera minima, Acianthera minifolia.
 
Pleurothallis minimifolia, Acianthera minima, Acianthera minifolia.
 





Cryptophoranthus minimus Cogn.,Fl.Bras.3(6):552 (1906)

Distribuição: Compreende doze espécies miniaturas que existem no sudoeste e sul do Brasil e Norte da Argentina.

Habitat: Epífitas, em florestas sombrias saturadas de umidade.

Descrição:

Segundo a descrição original de Barbosa Rodrigues, caracterizam este gênero plantas cujas flores apresentam as sépalas coladas tanto na base como no ápice, formando duas janelas laterais por onde entram os insetos polinizadores.

Podem ser cespitosas ou reptantes, apresentando caule de secção redonda ou levemente achatada, com bainhas glabras. As folhas são mais ou menos carnosas, variando de pouco mais de um centímetro até cerca de vinte centímetros de comprimento. A inflorescência é curta, próxima às raízes da planta, ou quando longa é flácida e permanece em contato com o substrato, acabando também meio escondida pelas folhas.
As flores quase sempre são escuras, purpúreas ou esverdeadas, em regra pubescentes externamente. As sépalas podem possuir carenas mas estas não são excessivamente salientes, são obovadas ou espatuladas e encontram-se unidas na base e também mais ou menos coladas ou aderidas no ápice. O labelo costuma ser triangular, livre da coluna, e algumas vezes articulado a esta.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Cryptophoranthus minimus Cogn., Fl. Bras. 3(6): 552 (1906).

Pleurothallis minimifolia Luer, Monogr. Syst. Bot. Missouri Bot. Gard. 20: 16 (1986).

Acianthera minimifolia (Luer) Pridgeon & M.W.Chase, Lindleyana 16: 244 (2001), nom. illeg.

Acianthera minima (Cogn.) F.Barros, Bradea 8: 295 (2002).

http://www.orchidstudium.com/

terça-feira, 23 de julho de 2013

Dinema Polybolbum


Epidendrum polybulbon, Encyclia polybulbon, Bulbophylum occidentale,Epidendrum bulbophylum,Epidendrum cubincola,Dinema cubincola

Epidendrum polybulbon, Encyclia polybulbon, Bulbophylum occidentale,Epidendrum bulbophylum,Epidendrum cubincola,Dinema cubincola



Dinema Polybolbum(Sw.) Lindl., Gen.,SP.: 111(1831)
Dinema é um gênero mono-típico, encontrado do México à Nicarágua e também na Jamaica e Cuba, epífita, ocasionalmente rupícola, em florestas úmidas e quentes, em locais bem iluminados e bem ventilados, a uma altitude de 600-3200 metros, Floresce com flor única, apical, medindo de 1.25 a 3 cm.

Fácil cultivo e bastante florifera.

Sinônimos:* Epidendrum polybulbon Sw., Prodr.: 124 (1788).
Encyclia polybulbon (Sw.) Dressler, Brittonia 13: 265 (1961).
Bulbophyllum occidentale Spreng., Syst. Veg. 3: 732 (1826).
Epidendrum polybulbon var. luteoalbum Miethe, Orchis 8: 33 (1914).
Epidendrum cubincola Borhidi, Acta Bot. Acad. Sci. Hung. 22: 295 (1976 publ. 1977).
Dinema cubincola (Borhidi) H.Dietr., Wiss. Z. Friedrich-Schiller-Univ. Jena, Math.-Naturwiss. Reihe 29: 524 (1980).

Por: Thiago Wolf
Fotos e Cultivo : Elisabete Delfini

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Dendrochilum wenzelii

Acoridium wenzelii Ames, Acoridium Wenzelii , Dendrobium wenzelii

Acoridium wenzelii Ames, Acoridium Wenzelii , Dendrobium wenzelii




Dendrochilum wenzelii Ames 1922

É um género rico em espécies e morfologicamente diferentes, de orquídea epífitas, da tribo Coelogyneae e subtribo Coelogyninae. Estão proximamente relacionadas com o género Pholidota. Neste género incluem-se as espécies antes incluídas nos géneros Acoridium e Platyclinis, distribuindo-se desde Myanmar, à Papua-Nova Guiné, com centros de espécies endémicas nas montanhas de Sumatra, Bornéu e Filipinas.

domingo, 21 de julho de 2013

Acianthera saurocephala variedade 1

Pleurothallis saurocephala

Pleurothallis saurocephala



 
Acianthera saurocephala - variedade 1

De sua base, na parte de cima aparece flores  que se abrem sucessivamente. Planta com rizoma rastejante, portando pseudobulbos de 10 cm de altura, finos e roliços, e folha ampla, espetacular e áspera, com bastante consistência, de cor verde-acinzentada. Hastes florais de até 20 cm de altura, portando pequenas e curiosas flores que não se abrem, dispostas no seu caule. Flores de 1 cm de diâmetro, com pétalas pontudas, em tom marrom-escuro, quase preto. Gosta de locais sombrios e florescem em janeiro/fevereiro.
Revista O Mundo das Orquídeas – Ano 2
Flor com aparência da cabeça de um lagarto, amarelas, verdes, alaranjadas ou, mais comum, quase pretas
 
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