sábado, 31 de agosto de 2013

Acianthera saundersiana-Quase perdi sobrou pouco dela


Pleurothallis saundersiana, Specklinia saundersiana, Pleurothallis felis-lingua, Pleurothallis josephensis, Pleurothallis juergensii, Pleurothallis auriculigera, Pleurothallis butanensis, Pleurothallis insularis




Acianthera saundersiana
Acianthera saundersiana é uma espécie de orquídea epífita, família Orchidaceae, que existe em praticamente todos os estados da Mata Atlântica no Brasil e na Bolívia, Argentina, Peru e Paraguai. São plantas reptantes robustas cujo comprimento dos caules e rizomas é variável bem como a largura das folhas. Suas flores são igualmente variáveis. Podem ser inteiramente verdes ou com detalhes púrpura. A sépala dorsal costuma ser transparente com três listas púrpura na base e é mais espessa e púrpura no terço apical. As pétalas são lanceoladas, sempre translúcidas, com três linhas púrpura, o labelo é verrucoso, estreito, onde predomina o púrpura.
Origem: Wikipedia , a enciclopédia livre
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Acianthera saundersiana (Rchb.f.) Pridgeon & M.W.Chase, Lindleyana 16: 246 (2001).
 * Pleurothallis saundersiana Rchb.f., Gard. Chron. 1866: 74 (1866).
Specklinia saundersiana (Rchb.f.) F.Barros, Hoehnea 10: 110 (1983 publ. 1984).
Pleurothallis felis-lingua Barb.Rodr., Gen. Spec. Orchid. 2: 18 (1881).
Pleurothallis josephensis Barb.Rodr., Vellosia, ed. 2, 1: 117 (1891).
Pleurothallis juergensii Schltr., Repert. Spec. Nov. Regni Veg. Beih. 35: 54 (1925).
Pleurothallis auriculigera Hoehne & Schltr., Arch. Bot. São Paulo 1: 207 (1926), nom.illeg.
Pleurothallis butantanensis Hoehne & Schltr., Arch. Bot. São Paulo 1: 209 (1926).
Pleurothallis insularis Hoehne & Schltr., Arch. Bot. São Paulo 1: 217 (1926).
 
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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Lanium avicula


Lanium ecuadorense, Epidendrum avicula,

Lanium ecuadorense, Epidendrum avicula,




Lanium avicula

Trata-se de uma espécie de matas secas com rizoma alongado e rasteiro. Seus pseudobulbos são pequenos e eretos. Espaçados entre si e encimados por duas ou três folhas de cor verde acizentado. As inflorescências surgem do ápice dos pseudobulbos, têm cerca de 15 cm. de altura e são paniculadas. Suas flores têm um centímetro de diâmetro com segmentos pontudas na cor amarela acinzentadas escuras. São de difícil cultura. Florescem no verão.
Revista O Mundo das Orquídeas – Ano4 nº 17
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Lanium avicula (Lindl.) Benth., Hooker's Icon. Pl. 14: t. 1335 (1881).
 * Epidendrum avicula Lindl., J. Bot. (Hooker) 3: 85 (1841).
Lanium avicula var. longifolia Cogn., Fl. Bras. 3(5): 26 (1898).
Lanium avicula var. subteretifolia Hoehne, Rel. Com. Lin. Telegr. Estrat. MG AM 5(4): 18 (1912).
Lanium ecuadorense Schltr., Repert. Spec. Nov. Regni Veg. Beih. 8: 89 (1921).
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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Octomeria geraensis







Octomeria é um gênero epífita numeroso, distribuidodesde a América Central, passando pelas índias Ocidentais até a América do Sul. Das cerca de 150 espécie aproximadamente 100 ocorrem em território Brasileiro. As flores típicas são pequenas, de forma estrelada, com pétalas parecidas com as sépalas, porém ligeiramente menores. A haste, curta, surge na base da folha, uniflora ou multiflora, podendo a mesmoa folha dar origem a outras hastes por anos seguidos.
Algumas espécies apresentam flores translúcidas. Gênero muito próximo ao Pleurothallis, tem como principal  diferencial o fato de apresentar 8 políneas. Dai o nome Octomeria, que deriva do grego “octo”= oito e “meros”= parte. Nas Pleurothallis encontramos duas políneas somete.
Dependendo da espécie, as Octomerias necessitam de clima anemo a quete, todas porém vão exigir alta unidade relativa do ar.
Fonte: Manual do cultivo da AOSP nº 2
Gigliolia geraensis Barb.Rodr., Gen. Spec. Orchid. 1: 26 (1877).

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Cattleya lawrenceana







Cattleya lawrenciana tipo

Espécie epífita com planta viçosa, pseudobulbos claviculados, de 20 cm de altura e portando uma folha de 20 cm de comprimento, oblongo lanceolada, espessa e com vinco na parte central. Flores de 12 cm de diâmetro, com pétalas e sépalas estreitas, de cor rosa até o magenta-violáceo. Labelo pontudo, de cor púrpura-violáceo. Procede da Serra da Neblina, Estado de Roraima. Floresce no inverno.

Revista O Mundo das Orquídeas Ano 2 Nº 8

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Anathallis heterophylla


Pleurothalis heterophylla, Specklinia heretophylla, Pleurothallis hoehnei

Pleurothalis heterophylla, Specklinia heretophylla, Pleurothallis hoehnei





 

Anathallis : Descrição
Algumas espécies são muito variáveis e confundem-se com espécies parecidas, outras são bastante diferenciadas, pouco variáveis e fáceis de identificar. Em regra são epífitas, de crescimento cespitoso ou levemente reptante.
São plantas de caule monofoliado ereto, pelo menos tão longo quanto as folhas, excetuadas uma poucas espécies menores, de transição com Panmorphia, cuja constituição é mais delicada. As folhas são coriáceas, mais ou menos elípticas, algumas vezes alongadas. Apresentam uma ou várias inflorescências por ramicaule, sempre brotanto de seu ápice, junto à base da folha, eretas ou arqueadas, curtas ou alongadas, com muitas flores que abrem simultaneamente.
As sépalas das flores em regra são livres, ou seja, as sépalas laterais não formam sinsépala e são todas aproximadamente iguais, geralmente pouco até muito acuminadas, com pétalas bem menores que as sépalas. O labelo é oblongo ou elíptico, levemente côncavo no meio, entre dois calos paralelos ou margens levantadas perto da base, aos lados da coluna, delicadamente pendurado ao bem desenvolvido pé da coluna, que é alongada, algumas vezes alada ou auriculada, apresentando antera ventral e duas polinias.
Segundo Luer divide-se em duas seções:
A maior delas é a Seção Acuminatae Lindley, caracterizada por flores com sépalas internamente pubescentes, de pétalas obtusas e coluna alongada com ou sem asas estreitas.
A outra seção, Alatae Luer, que apresenta número bem menor de espécies, caracteriza-se por apresentar flores de sépalas glabras, pétalas acuminadas, e coluna com marcadas asas retangulares.
Em Orchidaceae Brasilienses, Pabst & Dungs, caracterizam as espécies brasileiras deste gênero por apresentarem uma linha de calosidades ou papilas enfileiradas longitidinalmente no centro do labelo. Esta característica não é citada por Luer ao tratar de Anathallis, talvez porque seja algo que principalmente as espécies do Brasil apresentam. No entanto, baseando-se nisto, Pabst atribuiu diversas espécies a este gênero as quais não encaixam bem na definição apresentada por Luer. Destoam principalmente por serem muito menores, mais delicadas e apresentarem poucas flores. Além disso, outras espéces que Pabst situa em outros grupos Luer subordina a Specklinia e Chase a Anathallis, ou nenhum dos dois publicou revisão sobre elas.
Origem: Wikipédia; a enciclopédia livre
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Anathallis heterophylla Barb.Rodr., Gen. Spec. Orchid. 2: 74 (1881).
Pleurothallis heterophylla (Barb.Rodr.) Cogn., Fl. Bras. 3(4): 556 (1896).
Specklinia heterophylla (Barb.Rodr.) Luer, Monogr. Syst. Bot. Missouri Bot. Gard. 95: 261 (2004).
Pleurothallis hoehnei Schltr., Arch. Bot. São Paulo 1: 215 (1926).
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domingo, 25 de agosto de 2013

Dendrobium anosmum -Perfume delicioso


Callista anosma, Dendronium superbum, Dendrobrium macrophyllum, Epidendrum Caninum, Dendrobium macranthum, Dendrobium resutum, Callista scortechinii, Dendrobium leucorhodum

Callista anosma, Dendronium superbum, Dendrobrium macrophyllum, Epidendrum Caninum, Dendrobium macranthum, Dendrobium resutum, Callista scortechinii, Dendrobium leucorhodum


Dendrobium Anosmum

Espécie epífita com pseudobulbos finos, nodosos e compridos com até mais de 1 m de comprimento. Sua floração é intensa, formando duas fileiras laterais nos pseudobulbos. Flores grandes de 6 cm de diâmetro, com pétalas e sépalas de cor rosa claro. Labelo de cor púrpura escuro e bastante papilhoso. Floresce na primavera, Existe a variedade giganteum  com flores com até 15 cm. Vegeta em Srí-Lanka, Índia, Laos, Vietnã, Filipinas e Nova Guiné. Foi descrita por John Lindley, em 1838, como D.macrophyllum. Em 1845, A. Richard e Lindleyi  a descreveram como D. superbum, dado por Mrs. Loddiges  e H.G. Reichenbach, é mais usado. É muito perfumada.
Revista: O Mundo das Orquídeas – Ano 3 nº 23
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Dendrobium anosmum Lindl., Edwards's Bot. Reg. 31(Misc.): 32 (1845).
Dendrobium superbum Rchb.f., Ann. Bot. Syst. 6: 282 (1861), nom. illeg.
Callista anosma (Lindl.) Kuntze, Revis. Gen. Pl. 2: 654 (1891).
Dendrobium superbum var. giganteum Rchb.f.
Epidendrum caninum Burm.f., Fl. Indica: 189 (1768).
Dendrobium macrophyllum Lindl., Edwards's Bot. Reg. 25: 36 (1839), nom. illeg.
Dendrobium macranthum Miq., Fl. Ned. Ind. 3: 642 (1859), nom. illeg.
Dendrobium retusum Llanos, Mem. Acad. Ci. Exact. Madrid 2: 498 (1859), nom. illeg.
Dendrobium superbum var. huttonii Rchb.f., Gard. Chron. 1869: 1206 (1869).
Dendrobium scortechinii Hook.f., Fl. Brit. India 5: 741 (1890).
Callista scortechinii (Hook.f.) Kuntze, Revis. Gen. Pl. 2: 655 (1891).
Dendrobium superbum var. dearei Rolfe, Lindenia 6: 52 (1891).
Dendrobium leucorhodum Schltr., Repert. Spec. Nov. Regni Veg. 1: 499 (1912).
Dendrobium caninum (Burm.f.) Merr., Philipp. J. Sci. 19: 344 (1921).
Dend. anosmum var. dearei (Rolfe) Ames & Quisumb., Philipp. J. Sci. 56: 453 (1935).
Dendrobium anosmum var. huttonii (Rchb.f.) Ames & Quisumb., Philipp. J. Sci. 56: 454 (1935).
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sábado, 24 de agosto de 2013

Campylocentrum grisebachii e as agulhinhas

Referência tamanho da flor : Agulhinha de cabeça
Aeranthes filiformis,Dendrophylax filiformis,Campylocentrum chiororhizum, Campylocentrum burchellii

Aeranthes filiformis,Dendrophylax filiformis,Campylocentrum chiororhizum, Campylocentrum burchellii







Campylocentrum grisebachii

é uma espécie de orquídea, família Orchidaceae, originária do Brasil, Bolivia, Argentina e Paraguai.1 Trata-se de planta epífita, monopodial, com caule e folhas rudimentares, cujas inflorescências brotam diretamente de um nódulo na base de suas raízes aéreas. As flores são minúsculas, de cor ocre pálido, de sépalas e pétalas livres, e nectário na parte de trás do labelo.2 É uma das menores espécies de orquídeas (Orchidaceae) que existem. Pertence ao grupo de espécies que não tem folhas nem caules aparentes.3 No Brasil, existe nos estados da região sul e sudeste (exceto Espírito Santo), Pará e Amazonas.4 Trata-se de planta variável e, por esta razão, têm diversos sinônimos.
Origem : Wikipedia, a enciclopédia livre
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Campylocentrum grisebachii Cogn., Fl. Bras. 3(6): 522 (1906).
 * Aeranthes filiformis Griseb., Fl. Brit. W. I.: 625 (1864).
Dendrophylax filiformis (Griseb.) Benth. ex Fawc., Prov. List Pl. Jamaica: 40 (1898).
Angraecum filiforme Lindl., Gen. Sp. Orchid. Pl.: 248 (1833).
Campylocentrum chlororhizum Porsch, Oesterr. Bot. Z. 55: 162 (1905).
Campylocentrum burchellii Cogn., Fl. Bras. 3(6): 522 (1906).
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