segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Octomeria gracilis

  Florindo comigo pela primeira vez. Pouca flores mas lindinha.

Referência tamanho da flor : Palito de fósforo.
Octomeria semiteres

Octomeria semiteres




 

domingo, 29 de setembro de 2013

Specklinia grobyi - var. 2

Referência tamanho da flor : Régua.
Pleurothallis grobyi,  Pleurothallis surinamensis, Pleurothallis marginalis, Pleurothallis perplexa.

Pleurothallis grobyi,  Pleurothallis surinamensis, Pleurothallis marginalis, Pleurothallis perplexa.






Specklinia grobyi - Vaso 2
Pequena espécie de crescimento baixo, formando pequenas touceiras. Folhas de cor verde, finas e espatuladas. Na época das chuvas elas guardam uma reserva de água para seu consumo. Hastes florais portando até 15 flores de 3 mm de diâmetro. Flor de cor verde-claro com sépalas dorsais apresentando três listras longitudiais de cor lilás na sua variedade Trileneata. Floresce na primavera
Revista O mundo das Orquídeas – Ano 2 – Nº 7
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Specklinia grobyi (Bateman ex Lindl.) F.Barros, Hoehnea 10: 110 (1984).
 * Pleurothallis grobyi Bateman ex Lindl., Edwards's Bot. Reg. 21: t. 1797 (1835).
Humboldtia grobyi (Bateman ex Lindl.) Kuntze, Revis. Gen. Pl. 2: 667 (1891).
Pleurothallis surinamensis H.Focke, Tijdschr. Natuurk. Wetensch. Kunsten 2: 194 (1849).
Pleurothallis marginalis Rchb.f., Bonplandia (Hannover) 3: 224 (1855).
Pleurothallis perplexa Rchb.f., Hamburger Garten- Blumenzeitung 16: 15 (1860).
Pleurothallis crepidophylla Rchb.f., Otia Bot. Hamburg.: 18 (1878).
Lepanthes marmorata Barb.Rodr., Gen. Spec. Orchid. 2: 42 (1881).
Pleurothallis choconiana S.Watson, Proc. Amer. Acad. Arts 23: 285 (1888).
Humboldtia crepidophylla (Rchb.f.) Kuntze, Revis. Gen. Pl. 2: 667 (1891).
Humboldtia marginalis (Rchb.f.) Kuntze, Revis. Gen. Pl. 2: 668 (1891).
Pleurothallis pergracilis Rolfe, Bull. Misc. Inform. Kew 1893: 334 (1893).
Pleurothallis grobyi var. trilineata (Barb.Rodr.) Cogn., Fl. Bras. 3(4): 496 (1896).
Pleurothallis lindleyana Cogn., Fl. Bras. 3(4): 489 (1896).
Pleurothallis marmorata (Barb.Rodr.) Cogn., Fl. Bras. 3(4): 490 (1896).
Pleurothallis barbosae Schltr., Repert. Spec. Nov. Regni Veg. Beih. 9: 143 (1921).
Pleurothallis panamensis Schltr., Repert. Spec. Nov. Regni Veg. 17: 140 (1921).
Pleurothallis biglandulosa Schltr., Notizbl. Bot. Gart. Berlin-Dahlem 8: 119 (1922).
Pleurothallis arevaloi Schltr., Repert. Spec. Nov. Regni Veg. Beih. 27: 43 (1924).
Pleurothallis ezechiasi Hoehne, Arq. Bot. Estado São Paulo, n.s., f.m., 2: 21 (1946).
Specklinia marginalis (Rchb.f.) F.Barros, Hoehnea 10: 110 (1983 publ. 1984).
Specklinia biglandulosa (Schltr.) Pridgeon & M.W.Chase, Lindleyana 16: 256 (2001).
Specklinia ezechiasi (Hoehne) Luer, Monogr. Syst. Bot. Missouri Bot. Gard. 95: 260 (2004).

http://www.orchidstudium.com/

sábado, 28 de setembro de 2013

Pleorobotryum crepinianum - Acianthera crepiniana

Referência tamanho da flor : Moeda de 10 centavos.
 
Acianthera crepiniana, Pleurothallis crepiniana, Pleurothallis albopurpurea, Pleurobotryum albopurpureum

 Acianthera crepiniana, Pleurothallis crepiniana, Pleurothallis albopurpurea, Pleurobotryum albopurpureum



 

Pleurobotryum crepinianum – Acianthera crepiniana
Acianthera crepiniana(Cogn.) Chiron & Van den Berg 2012
Acianthera crepiniana é uma espécie de orquídea (Orchidaceae) originária de Minas Gerais ao Rio Grande do Sul, no Brasil, ainda subordinada ao gênero Pleurothallis. Trata-se de planta de folhas espessas e alongadas, acuminadas, curvas, assemelhando-se a uma cimitarra, com flores marcadas de púrpura. Existe uma variedade com flores inteiramente verdes.1 A despeito de Kew ainda não considerar a Pleurothallis albopurpurea seu sinônimo, seu holótipo mostra claramente tratar-se da mesma planta de modo que vem aqui como sinônimo.
Sinônimos homotípicos:
Pleurothallis crepiniana Barb.Rodr., Gen. Spec. Orchid. 2: 29 (1881).
Pleurobotryum crepinianum (Cogn.) Hoehne, Bol. Mus. Nac. Rio de Janeiro 12(2): 28 (1936).
Sinônimos heterotípicos:
Pleurothallis albopurpurea Kraenzl., Ark. Bot. 16(8): 11 (1921).
Pleurobotryum albopurpureum (Kraenzl.) Pabst, Orquídea (Rio de Janeiro) 14: 75 (1952).
Origem: Wikipédia; a enciclopédia livre

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Octomeria juncifolia

Até que enfim vi flores e amei o arranjo de folhas e flores








Octomeria juncifolia
Delicada espécie que vegeta em matas sombrias numa altitude entre 300 e 600 m. Pseudobulbos tem aspecto de pendúculo com 10 cm de altura sustentando folha cilíndrica e acuminada de 40 cm de comprimento. Panícula floral que surge, por diversos anos, nos módulos de brácteas na base da lâmna foliar ou extremidades do caule secundário. Flores pequenas de 1 cm de diâmetro, estreladas de cor amarelo-ouro-brilhante. No labelo aparece pequena pinta vermelha. Floresce na primavera.
Gênero classificado por R. Brown e Ailton, em 1813. Encontra-se na subtribo Pleurothalliedae, nome derivado do grego “Octo” (oito) e “Meros”, parte em alusão às oito políneas de suas flores.
Revista : O Mundo das Orquídeas

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Acianthera hamosa


Pleurothallis hamosaPleurothallis hamosa






Acianthera hamosa

Acianthera prolifera é uma espécie de orquídea (Orchidaceae) originária da Venezuela, Bolívia e dos estados de São Paulo à Bahia, no Brasil, antigamente subordinada ao gênero Pleurothallis.1 São plantas robustas, de tamanho médio, com rizoma espesso e reptante, subcespitosas, com caule secundário mais largo no ápice que na base, triangular no ápice, ereto e espesso, rígido, com folhas de de largura variável, acuminadas, folhas espessas, pouco ou muito côncavas, eretas ou pendentes do caule, de verdes a roxo acinzentado ou vinho escuro, com inflorescências curtas apoiadas sobre as folhas, com até dez flores que não se abrem muito e têm as extremidades acuminadas.
Trata-se de espécie bastante variável e, conforme o autor consultado, pode ser dividida em duas espécies: A. prolifera e A. hamosa, no entanto as diferenças entre elas são sutis e sua variação é contínua de modo que não é fácil separar as variedades intermediárias. Preferimos traze-las juntas aqui uma vez que não há consenso sobre quais a aceitação da A. hamosa. A tendência dos orquidólogos brasileiros é aceitar duas espécies diferentes.2 A tendência dos estrangeiros é juntar algumas e aceitar outras.
A Acianthera hamosa, têm folhas muito espessas, em concha de modo que as flores podem ser vistas só de frente. As folhas dessa variedade sempre são largas e pendentes do caule. É mais robusta e de folhas mais escuras, flores maiores e mais arredondadas
Origem: Wikipédia; a enciclopédia livre

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Dendrobium nobile

Orquidea Olho de Boneca, Callista nobilis, Dendrobium formosanum,Dendrobium coerulescens, Dendrobium lindleyanum,

Orquidea Olho de Boneca, Callista nobilis, Dendrobium formosanum,Dendrobium coerulescens, Dendrobium lindleyanum,


Dendrobium nobile

Espécie epífita de pseudobulbos eretos de até 40 cm de altura, que sempre floresce no pseudobulbo formado no ano anterior, nascendo escapos florais com uma a três flores nos nódulos superiores. Flor de 3 cm de diâmetro cor de rosa-purpuro.Labelo com grande mácula marrom-purpurea intensa que as pessoas chamam de “Olho de Boneca”. Existem muitas variedades, principalmente de cores. Procede da ìndia, sul da China, Laos e Tailândia onde vegeta a 1.500m de altura. A espécie foi coletada e descrita por John Lindlyei em 1830. Acredita-se que haja mais planta dessa espécie no Brasil do que nos países asiáticos. Sua cultura deve ser feita com o seguinte cuidado: Nos meses de maio e junho, quando nos nóduloa do pseudobulbos aparecem pequenos entumecimentos, deve-se diminuir radicalmente as regas. Caso contrário, alí nascerão novas mudas da planta. Se deixarmos de molhar, alí surgirão flores. Para os pseudobulbos não se desidratarem, devemos nesse período lhe dar apenas pequenas pulverozações.
Revista O Mundo das Orquídeas – Ano 4 Nº 23
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Dendrobium nobile Lindl., Gen. Sp. Orchid. Pl.: 79 (1830).
Callista nobilis (Lindl.) Kuntze, Revis. Gen. Pl. 2: 655 (1891).
Dendrobium nobile var. nobilius Rchb.f., Garden 24: 206 (1833).
Dendrobium coerulescens Wall. ex Lindl., Sert. Orchid. 3: t. 18 (1838).
Dendrobium lindleyanum Griff., Not. Pl. Asiat. 3: 309 (1851).
Dendrobium nobile var. formosanum Rchb.f., Gard. Chron., n.s., 19: 432 (1883).
Dendrobium formosanum (Rchb.f.) Masam., Trop. Hort. 3: 32 (1933).
Dendrobium nobile f. nobilius (Rchb.f.) M.Hiroe, Orchid Flowers 2: 40 (1971).
Dendrobium nobile var. alboluteum Huyen & Aver., Bot. Zhurn. (Moscow & Leningrad) 74: 1039 (1989).

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Acianthera pectinata-Haste maior que a última

Referência tamanho da flor : Régua
Pleurothallis pectinata, Humboldtia pectinata

Pleurothallis pectinata, Humboldtia pectinata






Acianthera  pectinata
Espécie epífita que vegeta na Serra do Mar, principalmente no Espírito Santo, em montanhas úmidas e sombrias. Planta exótica, com folhas côncavas e coriáceas, pendentes e arredondadas, de 5 a 10 cm de diâmetro, que se apresentam sobre hastes finas e achatadas, que variam de 10 a 50 cm de comprimento. Escapos florais de 5 cm de comprimento e que surgem e se acomodam dentro das folhas. Essas florações repetem-se por diversas vezes na mesma folha. Apresentam-se simetricamente e lateralmente. Flor de 1 cm de diâmetro, com pétalas e sépalas estreitas e pontiagudas, de cor rosa, densamente pontilhadas de púrpura. Floresce na primavera.
Revista O Mundo das Orquídeas – Ano 3 – Nº 12
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Acianthera pectinata (Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase, Lindleyana 16: 245 (2001).
 * Pleurothallis pectinata Lindl., Edwards's Bot. Reg. 25(Misc.): 1 (1839).
Humboldtia pectinata (Lindl.) Kuntze, Revis. Gen. Pl. 2: 668 (1891).
http://www.orchidstudium.com./

domingo, 22 de setembro de 2013

Leptotes bicolor

Tetramicra bicolor, Leptotes serrulata, Leptotes glaucophylla, Tetramica serrulata

Tetramicra bicolor, Leptotes serrulata, Leptotes glaucophylla, Tetramica serrulata




Leptotes Bicolor

Espécie com pseudobulbos de 2 cm de altura, roliços e portando folhas cilíndricas de 10 cm de comprimento, espessas, carnosas e acuminadas, com sulco longitudinal. Flores de 3 cm de diâmetro, com pétalas e sépalas brancas ou levemente rosadas. Labelo rosa-arroxeada,  com curtos lóbulos laterais. Floresce no Verão.
Gênero Classificado por Lindley, em 1833. O Nome deriva do grego “Leptotes”(delicado) em alusão à delicadeza das folhas de suas espécies. Encontra-se na subsérie Laeliaea.
Revista O Mundo das Orquídeas – Ano 2 – Nº 7
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Leptotes bicolor Lindl., Edwards's Bot. Reg. 19: t. 1625 (1833).
Tetramicra bicolor (Lindl.) Rolfe, Gard. Chron., n.s., 20: 20 (1883).
Leptotes serrulata Lindl., Sert. Orchid.: t. 11 (1838).
Leptotes bicolor var. glaucophylla Hook., Bot. Mag. 66: t. 3734 (1839).
Leptotes glaucophylla Hoffmanns., Bot. Zeitung (Berlin) 1: 833 (1843).
Tetramicra serrulata (Lindl.) G.Nicholson, Ill. Dict. Gard. 4: 30 (1887).
Leptotes bicolor var. serrulata (Lindl.) Stein, Orchid.-Buch: 307 (1892).
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