quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Rodriguezia lanceolata

Rodriguezia secunda, Pleurothallis coccinea, Burlingtonia rosea.

Rodriguezia secunda, Pleurothallis coccinea, Burlingtonia rosea.


Rodriguezia secunda, Pleurothallis coccinea, Burlingtonia rosea.

Rodriguezia Lanceolata
Sinônimos: Rodriguezia secunda, Pleurothallis coccinea, Burlingtonia rosea.
Origem:  Panamá, Guiana, Equador, Suriname e Venezuela, etc, até o sudeste do Brasil.
Dimensão da Flor: 2 cm.
Época da Floração: Outubro / Novembro
Foto e cultivo:  Elisabete Delfini
Descrição: Espécie com rizoma alongado e ascendente, Pseudobulbos  ovais, aproximados, sustentando uma única folha oblonga e acuminada de 10 cm de altura de cor verde-claro. Racimos recurvados com três a seis flores, de cor roxo-lilás e labelo cuneiforme de cor mais forte e cristas salpicadas de vermelho. Vegeta em habitats ensolarados nos estados do Pará e Mato Grosso, até em praças públicas.
Pesquisa :– Wikipédia; a enciclopédia livre – Orchidstudium - Revista o Mundo das Orquideas Ano 2 – nº 2

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Neofinetia x Phymatidium = Surpresa boa...Surpresa ruim

Neofinetia falcata, veio com flor e depois,vários anos aguardando por uma nova floração.

Doeu , espero conseguir salvar pelo menos algumas mudinhas.




quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Denphal

Quando os botões estavam se formando, tivemos uma chuva de granizo que veio do lado da haste desta planta e de uma oncidium ( todas as flores se foram) , a Denphal  perdeu todos os botões ou melhor quase, não cortei a haste no momento e dei sorte, logo vi que havia restado apenas um botão




.Denphal, Denphale, Dendrobium phalaenopsis,qual o nome correto destas plantas? Na verdade, o que são exatamente estas plantas?

Não se trata, como muitos acreditam e chegam a afirmar, de um híbrido entre Dendrobium e Phalaenopsis, dois gêneros que por sua distancia jamais poderiam se cruzar.
 
Existe uma espécie de Dendrobium que pelo formato de suas flores que lembram bastante as flores de um Phalaenopsis, recebeu o nome de Dendrobium phalaenopsis. Este Dendrobium cruzado com outros Dendrobiuns próximos a ele, produziu híbridos que mantiveram a semelhança com Phalaenopsis, e passaram a ser chamado de Denphal ou Denphale.
 
Curiosamente existem hoje híbridos chamados de Denphal que não possuem entre seus ancestrais o Dendrobium phalaenopsis, mas apenas outras espécies próximas deste, tais como Dendrobium bigibbum, Dendrobium undulatum, Dendrobium stratiotes, Dendrobium tokai, entre outros. Coisas de orquidófilos.
 
Na maior parte do mundo, os Denphal são conhecidos apenas como Dendrobium. Como no Brasil os híbridos de Dendrobium do grupo do Dendrobium nobile são muito difundidos e cultivados, coube a eles “adotar” o nome do gênero, restando, portanto ao outro grupo menos difundido entre nós, o do Dendrobium phalaenopsis receber o nome Denphal, nome este “inventado” não se sabe por quem.
 
Embora a grande predominância no mercado seja dos Denphal de colorido avermelhado, que vai do rosa ao vinho, passando por todos os tons e texturas, chegando em alguns casos a apresentar um aspecto aveludado e quase negro, podemos encontrar também plantas com muitas outras cores.
 
Existem os Denphal conhecidos como compactos, cujo porte da planta raramente ultrapassa trinta centímetros e plantas que passam fácil de um metro e até um metro e meio de altura, sem contar a haste floral. O tamanho das flores também é variado, indo de 3 até 10cm, dependendo das plantas que entrarem em seu cruzamento. São em geral muito floríferos, e podem exibir simultaneamente cinco ou mais hastes florais saindo todas de um único pseudobulbo, apresentando cada uma de duas até mais de 20 flores. Além disso, é muito comum que um pseudobulbo que já tenha florido volte a florir no ano seguinte e mesmo por mais anos.
 
As flores do Denphal são duráveis, chegando uma planta a permanecer florida por até três meses seguidos.
 
São plantas facilmente adaptáveis ao nosso clima, de modo que atualmente podemos encontrar Denphal florido praticamente durante o ano todo.
 
Hoje é possível montar uma coleção de Denphal que contenha plantas de flores verdes, amarelas, brancas, azuladas, marrons, flameadas, estriadas, concolores ou com labelo contrastando com as pétalas e sépalas, e muitas outras variações.
 
Cultivo:
 
O cultivo de um modo geral é fácil. São plantas precoces, que começam a florescer dois anos após serem retiradas do laboratório, e que apresentam um crescimento bastante rápido, entouceirando com facilidade.
 
São plantas que se adaptam a qualquer substrato, e por terem um crescimento bastante rápido requerem uma boa adubação principalmente quando os novos pseudobulbos estão se formando, período em que não deve faltar água para que a planta tenha pleno desenvolvimento. Aceitam igualmente adubação química e orgânica.
 
Quando os novos pseudobulbos estiverem completamente formados, reduza as regras e evite aplicação de adubos muito nitrogenados, de modo a evitar que “gemas” que iriam florir venham a gerar novos brotos em lugar de flores.
 
Preferem ambientes mais quentes e de alta luminosidade.
 
È normal que os pseudobulbos que já tenham florido uma vez pecam todas as folhas. Mesmo assim, não devem ser removidos pois podem voltar a florir, e além disso representam uma reserva de nutrientes que a planta pode utilizar em períodos de escassez.
 
Para a obtenção de novas mudas podemos replantar brotos que venham a nascer de gemas existentes no meio dos pseudobulbos. Podemos também dividir uma planta entouceirada em duas ou mais plantas, tendo o cuidado de deixar sempre em cada nova planta pelo menos três pseudobulbos, mesmo que estes não tenham nenhuma folha.
 
Devemos ter o cuidado de estaquear os novos brotos mesmo enquanto ainda estão em crescimento, principalmente dos Denphal de pseudobulbos mais longos, pois estes possuem uma tendência de entortar e pender com muita facilidade.
 
Além de se darem muito bem no cultivo em vasos de barro ou de plásticos, os Denphal podem também ser cultivados em árvores ou em placas ou palitos de  fibras

Fonte: http://www.orquidariooriental.com.br/oorquidario.asp

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Acianthera sonderana 2 (Sonderiana)

Acianthera sonderiana,leurothallis sonderiana,Humboldtia sonderiana,Specklinia sonderiana.

Acianthera sonderiana,leurothallis sonderiana,Humboldtia sonderiana,Specklinia sonderiana.



Acianthera  sonderana 2 (sonderiana)
Sinônimos: Pleurothallis sonderiana,Humboldtia sonderiana,Specklinia sonderiana.
Origem:  Brasil
Dimensão da Flor: 5 mm
Época da Floração: Verão
Foto e cultivo:  Elisabete Delfini
Descrição: Pequena espécie epífita que muitas vezes aparece em profusão em árvores de matas primitivas, formando verdadeiros tapetes sobre seus troncos . Planta que forma pequenos tufos com pequenas hastes sem pseudobulbios, de dois cm de altura, com uma folha estreita e pontuda, profundamente sulcada de cor verde-claro. Hastes florais que surgem do meio das folhas, apresenta de duas a cinco flores. Flor com pétalas mais compridas, concolor de cor amarela.
Revista O Mundo das Orquídeas – Ano 2 Nº 5
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